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Monday, May 29, 2006

Metropolis [002]

Wednesday, May 17, 2006

I Dig it 012

COMPACTO DUPLO




Como eu decidi não ter que trabalhar muito, nem de forma tão constante assim, começo este novo período do Impressões (I Dig it #012) com o conjunto Pink Martini.


Sympathique (Forbes / Lauderdale)

Ma chambre a la forme d'une cage
Le soleil passe son bras par la fenêtre
Les chasseurs à ma porte comme les p'tits soldats
Qui veulent me prendre

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume

Déjà j'ai connu le parfum de l'amour
Un million de roses n'embaumerait pas autant
Maintenant une seule fleur dans mes entourages
Me rend malade

Je ne veux pas travailler
Je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume

Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique être sympathique
Mais je ne le connais jamais

Je ne veux pas travailler
Non je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume

Je ne suis pas fière de ça
Vie qui veut me tuer
C'est magnifique être sympathique
Mais je ne le connais jamais

Je ne veux pas travailler
Non je ne veux pas déjeuner
Je veux seulement l'oublier
Et puis je fume



Album: Sympatique (1997)
Direção de Gravação Pete Plympton e Clark Stiles no Stiles Recording Studio de Portland, Oregon, Dezembro 1996-Abril 1997.
Mixagem: Dave Friedlander.
Masterização: Bernie Grundman em Los Angeles
Produção: Thomas M. Lauderdale
Site do Pink Martini

Pink Martini (componentes):
CHINA FORBES (vocais)
PEPE RAPHAEL (vocais)
GAVIN BONDY (trumpete)
RICHARD ROTHFUS (bateria)
THOMAS M. LAUDERDALE (piano)
ROBERT TAYLOR (trombone)
AARON MEYER (violino)
DAVID EBY (cello)
JOHN WAGER (baixo)
DAN FAEHNLE (violão e guitarra)
DOUG SMITH (percursão)

Da mesma forma que fiz no número zero deste podcast onde expliquei qual seria a estrutura inicial do Impressões, explico nesta décima-segunda edição a reforma que fiz no danado...

De modo bem sucinto eu 'tô dividindo o podcast em 2...

Um podcast mais enxuto com algo em torno de 20-25 minutos e um bem mais mais light, onde duas músicas envolvem um comentário sobre cultura...

A seção Homo Sapiens é sacada do Impressões original, ganhando um espaço exclusivo e, melhor (pra vocês,é claro!) vem acompanhada de duas músicas que vou escolher sei lá como.

Recebi inúmeras sugestões. Como eu, outros, consideraram que o podcast tava ficando muuuuuitoo looooongo, meio arrastadão... E como nem eu aguento a minha voz tanto tempo assim nos ouvidos, a gente fica assim: com um único feed você ganha dois Impressões Digitais:

1. Uma versão light com uns 10 minutos, que tem por nome IMPRESSÕES DIGITAIS - Compacto Duplo; e
2. O IMPRESSÕES DIGITAIS, "quase" original.

Alguns retoques aqui e ali, uma ajustadinha alcolá... e vamos aproveitar esta repaginação para dar uma demão de tinta nova nestas paredes já manchadas, né?!

Então sejam todos benvindos ao repaginado e plural Impressões, espero que gostem... Ahn! Aguardo comentários sobre esta nova formatação...
Encerrando este inaugural IMPRESSÕES DIGITAIS - Compacto Duplo toco Sossego de 1978 do Tim Maia (que abriu o primeiro Impressões Digitais).


Sossego (Tim Maia)

Ora bolas
Não me amole
com esse papo
De emprego, uuu...
Não tá vendo
Não tô nessa
E o que eu quero é
Sossego (2 vezes)
Aa... o que eu quero
Sossego
O que eu quero
Sossego
Eu só quero
Sossego
O que eu quero é
Sossego


Tim Maia - 28/9/1942 - 15/3/1998
Sebastião Rodrigues Maia nasceu no Rio de Janeiro RJ em 28 de Setembro de 1942. Penúltimo de 19 irmãos, aos oito anos já compunha suas primeiras musicas. Aos 14 anos, formou seu primeiro conjunto musical, Os Tijucanos do Ritmo, no qual tocava bateria, e que durou apenas um ano. Começou a estudar violão num curso particular e formou em 1957 o conjunto Os Sputniks, que tinha também entre seus integrantes Erasmo Carlos e Roberto Carlos, tendo sido professor de violão de ambos. Em 1959, antes de completar 17 anos, com a morte do pai, foi para os EUA, onde fez cursos de inglês e iniciou carreira como vocalista, participando de um conjunto chamado The Ideals.
Permaneceu nos EUA até 1963, quando foi preso por portar maconha. Após seis meses de prisão e dois meses de espera, foi deportado para o Brasil. Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as musicas Meu pais e Sentimento (ambas de sua auto- ria, como todas as musicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com These are the Songs (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e What You Want to Bet. Em 1970 gravou seu primeiro LP, Tim Maia, na Polygram, que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Os principais sucessos desse disco foram Coronel Antônio Bento (Luís Wanderley e João do Vale), Primavera (Cassiano) e Azul da cor do mar. Nos três anos seguintes, pela mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II (com Não quero dinheiro (Só quero amar)), Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram Gostava tanto de você (Edson Trindade) e Réu confesso. Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club, com um de seus maiores sucessos, Sossego.
Lançou em 1983 o LP Descobridor dos sete mares, com destaque para a música-titulo e Me de motivo (Sullivan e Massadas). Outro disco importante da década de 1980 foi Tim Maia (1986), que trazia Do Leme ao Pontal. Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente Seroma e depois Vitória Regia. Por ele, lançou em 1990 Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova, e mais tarde Voltou a clarear e Nova era glacial. Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram sua carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor em sua musica W/Brasil e uma regravação que fez de Como uma onda (Lulu Santos e Nelson Mota) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD Tim Maia, do mesmo ano. Assim, aumentou muito sua produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: seu repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas, funks e souls. Também teve muitas de suas musicas regravadas por artistas jovens, como Paralamas do Sucesso, Marisa Monte e Skank.
Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: Amigo do rei, juntamente com Os Cariocas, e What a Wonderful World, com recriações de standards do soul e do pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira.
Durante a gravação de um show para a TV sentiu-se mal, vindo a falecer em 15 de Março de 1998 em Niterói, após internação hospitalar em razão de infecção generalizada.

Um abraço e grato a todos que palpitaram e me auxiliaram nesta reforma. E não esqueçam de nossa Campanha p'ro Congresso 2006: NÃO RE-ELEJA NINGUÉM.

Metrópolis [001]

METRÓPOLIS
por Sérgio Vieira

Enquanto isso… na situação pós-crise “de segurança”, muitos refletem (*):


(*) em espanhol mesmo

Monday, May 15, 2006

Febeapa [007]

Aviso aos paulistas: MUITA HORA NESTA CALMA! 

O clima de insegurança e desnorteio que nos aflige com vigor desde a semana passada não deve e não pode patrocinar veleidades e extremismos... 

Exatamente nesta hora onde o acúmulo dos anos de "olhos de mercador" e "ouvidos moucos" para as mazelas sócio-econômicas de toda uma sociedade mal-estruturada (tais como: mercado e economia informal via camelô, contrabando a miúde via sacoleiras e aquele maiorzão bem-organizado, bagunça fiscal e fiscaliizadora e, claro, a propina que rola à vontade em todos os setores, tudo isto colimado com as conhecidas associações espúrias entre advogados - polícia - políticos - contrabandistas - traficantes - "donos-de-bingo" - doleiros - esquentadores e operadores de caixa 2 - e o scambáu), vêm finalmente à tona, não adianta chorar sobre a "falta de segurança". Nós, no remanso do "jeitinho brasileiro" concordamos e acolhemos tal desleixo com a honestidade. Agora, bem... temos que aguentar o tranco e de modo mais urgente do que nunca NÃO permitir que o medo coletivo alimente o surgimento dos "monstros extremistas e/ou exterminadores" tão comuns nestes momentos... 

Lembrem-se: 
1) A verdade nunca está à esquerda nem à direita, muito pelo contrário! 
2) O preço da liberdade é a eterna vigilância!

Monday, May 08, 2006

I Dig it 011



figuras e fotos referentes às seções do I Dig it #011 totalmente fora de ordem - rá! rá! rá! 'T'aí um bom joguinho: correlacionar as imagens citadas com os tópicos abaixo e/ou com o podcast... e também creio que assim ficou "muito mais mió de bão"

Figurativamente "dancei"... Por força de circunstâncias alheias à minha vontade tive que - forçosamente, devo salientar - editar este podcast em um pc... Bem, quem adivinhar o que aconteceu quando eu estava nos últimos 2 minutos de edição final?!? Hein, hein!? Adivinha? Ganha "de grátis" um curso completo de como configurar um PC com WinXP para evitar que ele apresente um falha total de sistema e leva de lambuja um tutorial para eliminar quaisquer riscos de infecção por vírus, worms, phishings, trojans, et cetera...

Tive que refazer tudinho, editar 30 e tantos minutos de novo (graças-ao-nosso-senhor-jesus-cristo eu tinha todos os arquivos brutos de voz e trilhas... menos mal).

Então pronto! 'T'aí o I Dig it #011

Os leitores de paulos-coelhos e zibias-gasparettos devem estar afirmando, com a certeza da razão plena, que tudo isto deve-se ao pano-de-fundo do Impressões 11: diabo, demônio, pé-preto, chifrudo, mefistófeles, asmodeu, anjo caído, íncubus, súcubus... mas não o personagem, a utilização do adjetivo tão-somente.

Endiabrado, abro o programa com The Pelvis, cantando:

Devil in Disguise
(gravado em maio de 1963)

You look like an angle walk like an angel
talk like an angle but I got wise

Youre the devil in disguise
Oh yes, you are devil in desguise

You fooled me with your kisses
you cheated and you sheamed
heaven knows how you lie to me
you're not the way you seemed

You look like an angel walk like an angel
talk like an angel but I got wise

Youre the devil in the sky
Oh yes, you are devil in the sky

I thought that I was in heaven
but I was sure surprised
heaven help me I didn't see
the devil in your eyes

You look like an angel walk like an angel
talk like an angel but I got wise

Youre the devil in disguise
Oh yes, you are devil in desguise

Solo
Youre the devil in disguise
Oh yes, you are
devil in desguise
Oh yes, you are
devil in desguise
Oh yes, you are
devil in desguise
Oh yes, you are


Notas Iniciais:
(1) Eu já afirmei, repito: Não tem jeito... a estrutura atual não deixa o programa ter menos de 30 e poucos minutos... Assim, como anuncio novamente neste Impressões vamos evoluir... breve um Impressões Digitais repaginado. Uma dica: mais "enxuto", uma estrutura mais ágil... aguardem.

(2) Continuamos aumentando a base de ouvintes. Uêba!!! Agradeço do fundo do coração a todos que tem ajudando na divulgação gratuita.

(3) Continua a tendência do pessoal de baixar o mp3 diretamente (download direto da página) ao invés de assinar o feed. Gostaria de receber alguma informação sobre o porque desta preferência, assim eu poderia ajudar/melhorar a forma de conexão com vocês.

(4) Setor de Cobrança: Audio-comments prometidos e não enviados... tsk, tsk...

No "Manual do Torneiro Mecânico" deste Impressões mais uma demonstração de como usar a "cachola"... primeiro se informe, pesquise, analise e aí sim, tome uma decisão favorável à suas expectativas. Complementando a seção, claro que não pode faltar um alerta de virus para Windows (isso tá ficando muuuuuuito monótono).


No "Homo Sapiens" analiso a estrutura da realidade histórica da sociedade norte-americana e sua atual fixação (principalmente na cultura pop) pelo assunto vida-e-morte a partir de mais um fator que constata que nossa herança cultural não ajuda muito no aspecto eficiência organizacional...


No "Caiu na Rede" parto de "coincidências" criativas - Livro Caiu na Rede - no ganho fácil da mercantilização de produtos de outrem, passando pela falta de responsabilidade caindo na falha crítica.

P'rá não ficar só no blablablá apresento dois instrumentos não-usuais para reprodução musical.
Fur Elise by Scanner
We are the champions by RS25 V10

E finalizando esta seção e porque o assunto relaciona-se com a apropriação, ops, coincidência criativa e pra não deixar passar em "brancas nuvens" exponho a situação que a Aline Rodrigues (podcast Aline Multiply - deixa de ser preguiçoso e clica no link aí do lado no BlogRoll) se deparou com o lançamento do podcast Ilha Latina que inaugura o podcasting do Globo Online, produzido e apresentado pela Mariana Eva (Projeto MIM).


No "É a Ignorança qui Astravanca o Progréssio" comento sobre um assunto que me incomoda sempre, gravidez na adolescência. Pois, pra mim, a gravidez precoce é um dos "motores principais" da degeneração sócio-cultural de uma sociedade moderna. Se o Brasil almeja ser um país engajado na estrutura social, cultural, econômica... do mundo do século 21, não podemos compactuar com a procriação idiotizada.


Não esqueça de nossa Campanha p'ro Congresso 2006: NÃO RE-ELEJA NINGUÉM.


No "Jazz em Paz" lembro do que prometi ainda no I Dig it #000 e apresento nada mais nada menos que Wilson Pickett, que morreu agora no início de 2006 aos quase 65 anos, cantando Devil With The Blue Dress On.


BackGround do I Dig it 011 - Tubular Bells (1973 relançado em 2003) de
Mike Oldfield (cortesia Gui Leite)

Wednesday, May 03, 2006