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Thursday, August 17, 2006

I Dig it 018

Compacto Duplo




Wild World (Cat Stevens, aka Yusuf Islam) - album Tea for the Tillerman (1970)

Now that I've lost everything to you
You say you wanna start something new
And it's breakin' my heart you're leavin'
Baby, I'm grievin'
But if you wanna leave, take good care
Hope you have a lot of nice things to wear
But then a lot of nice things turn bad out there

Oh, baby, baby, it's a wild world
It's hard to get by just upon a smile
Oh, baby, baby, it's a wild world
and I'll always remember you like a child, girl

You know I've seen a lot of what the world can do
And it's breakin' my heart in two
Because I never wanna see you a sad, girl
Don't be a bad girl
But if you wanna leave, take good care
Hope you make a lot of nice friends out there
But just remember there's a lot of bad and beware

Chorus

Baby, I love you
But if you wanna leave, take good care
Hope you make a lot of nice friends out there
But just remember there's a lot of bad and beware

Chorus(x2)


Nos anos 70, o inglês Cat Stevens hoje mulçumano e com o nome adotado de Yusul Islam era uma das vozes contrárias a loucura da guerra do Vietnam. Seu emblemático LP Tea for the Tillerman de 1970, por exemplo, teve 4 de suas canções ("Where Do the Children Play?", "On the Road to Find Out", "Tea for the Tillerman" e "Miles from Nowhere") incluídas na trilha sonora da picaresca-poético-romântica-e-macabra comédia Harold and Maude (1971) de Hal Ashby e Colin Higgins. Deste álbum faz parte - claro - a canção-intróito deste Impressões Digitais 018.

O Homo Sapiens de hoje veio tão de sopetão que até esqueci das vinhetas e de fazer uma chamada formal anunciando-o no podcast. Foi assim mesmo, "de prima":

Desde minha infância certos conceitos não são muito claros pra mim - logicamente falando - tais como, fronteira, país, terra, política, posse, raça, religião... Pra mim claros, nítidos,compreensíveis são os conceitos (correspondentes aos anteriormente listados): aquele rio, nação, cultivo, respeito, usufruto, homem, crença pessoal. Não sei se dá para você perceber a diferença "sutil" de como eu encaro minha relação com o mundo (não fique desesperado... muitos me consideram completamente "desparafusado das idéias").
No contraponto destes conceitos, e na defesa daqueles primeiros conceitos, pela imensa maioria da humanidade (políticos, sacerdotes, mercadores e respectivos puxa-sacos) é que me pego: a grande hipocrisia humana.
Vale qualquer desculpa pra defender um "conceito" totalmente inconsistente, até inventar uma religião (Vade-retro-mefistófeles! É encosto, é sessão de descarrego! Chama o bispo-macedo! Hum mizifío dexa cum pai-sete-frecha... e por aí vai).
Vou - metaforicamene - à fronteira judaico-libanesa e sabe duma coisa?! Volto pro Brasil... não vale a pena. A solução não está lá, nem com Eli nem com Alá.

Diario de Bordo Complemento

Agradecimentos ao único não-podcaster corajoso que postou seu comentário no I Dig passado: valeu grande Rubem Lui (onde é seu "aqui"do post, rapaz?)... e esclareço: se você tiver dificuldade com o feed original em php do portal vocepod, utilize o feed alternativo FeedBurner: copie este link XML Impressoes Digitais no seu agregador.

Graças a uma bobeira minha - que acabou ocasionando um pau geral no template da página do podcast - e como o backup 'tava bem vencido, tive que abdicar dos upgrades que estava processando, e às pressas implemtentei uma segunda opção de template que mantenho em stand-by. Funcionou!!! E este percalço acabou ajudando a descobrir muuuuuitos outros problemas... 'Tô ferrado.


Pra refrescar o meu discurso meio-Schopenhauer, meio-Nitzsche, toco a composição da vocalista do Big Brother and the Holding Co. em parceria com Bob Newirth:

Mercedes Benz (Janis Lyn Joplin & Bob Newirth)

Oh lord, wont you buy me a mercedes benz?
My friends all drive porsches, I must make amends.
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So lord, wont you buy me a mercedes benz?

Oh lord, wont you buy me a color tv?
Dialing for dollars is trying to find me.
I wait for delivery each day until three,
So oh lord, wont you buy me a color tv?

Oh lord, wont you buy me a night on the town?
I'm counting on you, lord, please dont let me down.
Prove that you love me and buy the next round,
Oh lord, wont you buy me a night on the town?

- Everybody! -

Oh lord, wont you buy me a mercedes benz?
My friends all drive porsches, I must make amends,
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So oh lord, wont you buy me a mercedes benz?


Janis Lyn Joplin nasceu em 19 de Janeiro de 1943 em Port Arthur, Texas e morreu em 4 de Outubro de 1970, aos 27 anos em LA vitima de uma overdose daquelas.
Ficou conhecida em San Francisco como vocalista do Big Brother and the Holding Company em 1966.
Enquanto gravava seu 3º album Pearl, ela não resistiu e voltou a heroína... errou a dose e... perdemos a chance de ter entre nós uma das mais viscerais cantoras de blues. Mercedes Benz e Me and Bobby McGee fazem parte deste album.

No BackGround deste Impressões Digitais Compacto Duplo temos as composições Ema Peter; Trilha Berimbau e Ema Olodum Maya respectivamente, compostas por Marcio Nigro.
Marcio Nigro (hoje com 30 e tantos anos) estuda música desde os seus 9 anos, incluindo piano, harmonia, arranjo e composição, com especialização em violão e guitarra.
Desde 94, utiliza computadores no processo de criação. Em 98, realizou o curso de "Fundamentos de Áudio e Acústica", no IAV - Instituto de Aúdio e Vídeo, em São Paulo. Desde então vem atuando profissionalmente não só como compositor e produtor, mas também como engenheiro de áudio.

Boi de Piranha

Sou um corajoso mesmo.
Já me encontro devidamente transplantado para o Blogger Beta.
Seja-o-que-deus-quiser...

Aos tementes a todo-poderoso efeito Murphy acompanhem este blog para ver se eu me estrepo ou saio ileso como beta-tester.

Friday, August 04, 2006

I Dig it 017

Versão Full

Olha só! 'Tô conseguindo manter um ritmo decente e uma qualidade um pouquinho melhor.... Ainda dá p'rá melhorar mais, é verdade. Mas de qualquer forma aqui está o I Dig it 017.



Resgatando um dos meus empoeirados LP's, revivo um dos melhores momentos musicais de um passado não muito distante (p'rá mim pelo menos).

Live in the past

Happy, and I'm smiling, walk a mile to drink your water.
You know I'd love to love you, and above you there's no other
We'll go walking out while others shout of war's disaster.
Oh, be forgiving, let's go living in the past.

Once I'd used to join in every boy and girl was my friend.
Now there's revolution but they don't know what they're fighting.
Let us close out eyes. Outside their lives go on much faster
Oh, be forgiving, we'll keep living in the past.

Oh, be forgiving, let's go living in the past.
Oh, no, no, be forgiving, let's go living in the past.


Está é a música-títlulo do álbum duplo de 1972, uma compilação de compactos, lados b, sobras de estúdio e uma apresentação ao vivo do Jethro Tull (homenagem ao inventor da semeadeira - sugestivo o nome, não?). O quinteto deste fase (Ian Anderson, Martin Barre, Evan, Hammond-Hammond e Barlow) foi a formação mais estável desde a sua fundação em 1968 (1970 a 1975).

O Manual do Torneiro Mecânico (Fatos e Curiosidades da Ciência e da Tecnologia do início de século 21) - Nada como uma boa jogada de marketing (mesmo lançando mão de letrinhas miúdas no cantinho do "anúncio") para trazer alguns usuários do concorrente p'rá sua banda.
O Gizmo (não, não... não é o Professor do desenho animado Jambo e Ruivão dos estúdios Hanna-Barbera dos anos 60) anda oferecendo serviço gratuito de call in entre seus assinantes, e com isso roubando uma bela fatia de usuários Skype (aqueles que não tem ou não ligam p'rá vídeo). Tudo bem que esta gratuidade não é bem definida, mas dá p'rá fazer algumas chamadas de graça quando alguém tá offline. Quantas? Bem... aí a torça porca o rabo, o Gizmo não define os limites, apenas afirma que deve-se utilizar o serviço algumas vezes (1, 5, 10, 100?) por semana e não deve-se abusar desta possibilidade (de novo, quanto? 10, 50, 100, 1000?)...
Enquanto isso a Symantec não cabe em si de felicidade... mercado favorável por bom tempo p'ra seus produtos. Ela informou que as versões Betas (produtos-teste) do MS Vista possuem seríssimas falhas estruturais no código-fonte, os quais permitem ataques contra a segurança e integridade do sistema operacional (dá p'rá congelar o Vista, ou seja ataque Vista on the rocks). Por seu lado, o pessoal de Vermont ainda luta p'rá manter a data de lançamento em Janeiro de 2007 (as más línguas já cochicham que a data já foi pra next spring)

Caiu na rede!!! (Onde as grandes bobagens da Internet são capturadas para reprodução...) - Olha hoje a estória é simples: achei isto aqui na rede há algum tempo. Como era anônimo vasculhei alguma outra informação sobre a origem deste acinte teológico e musical, mas infelizmente nada encontrei. Assim, abandonei minha sanha (por que não dizer mania) em busca da informação correta e enfiei o danado aqui. Pronto! 'Tá feito!
Muito melhor que a letra - que já é de ralar de rir - é o domínio do teclado pelo seu executor e a capacidade rítmica e melódica da criatura que dedilhou as teclas... Então p'rá você poder cantar junto, olhaí a letra:

Ouvindo tanto sobre as águias imaginei
Como seria olhar o mundo lá de cima
Deve ser muito bonito interessante
Observar aqui na Terra um instante

Voando alto sem ter medo das alturas
Pensando apenas em subir sempre mais
Até ao ponto de sumir da visão do homem
Veja irmão, que um dia assim vamos nós

Tal como a águia o cristão vai voar
Quando Jesus a sua igreja vir buscar
Mui preparado a gente tem que estar
Senão o homem só olha a águia a voar
Senão o homem só olhando a águia vai ficar


La vamos nós com Jesus morar
Mas desde agora devemos orar
Para fazer somente o certo todo dia
E da mensagem não devemos desviar

Pois uma águia sai do penhasco e voa
Mais alimento o (sic) seus filhos vem trazer
Assim Jesus daqui da Terra ele partiu
Mas deixou dito de que em breve vai descer

Tal como a águia o cristão vai voar
Quando Jesus a sua noiva vir buscar
Mui preparado a gente tem que estar
Senão o homem só olha a águia a voar
Senão o homem só olhando a águia vai ficar


É a ignoranssa qui astravanca o progréssio!!! (Comportamento humano é o assunto a partir de agora) - Devido a algumas dúvidas aventadas por alguns pod-ouvintes sobre o que pretendo com minha campanha para o Congresso Nacional 2006, ou seja, a não-reeleição de nenhum deputado e senador, decidi explicar um pouco melhor o assunto, e porque - na democracia de verdade - a presidência é apenas um acessório. E claro, apresento alguns exemplares díspares de neófitos pretendentes aos cargos de representantes nossos no Legislativo maior da Nação.

Jazz em Paz - P'rá não perder a oportunidade de ressucitar uns velhinhos, esta seção apresenta a versão jazzística da peça de Johann Sebastian Bach (1685-1750) Bourré, constante da 3ª faixa do 2º LP do Jethro Tull, Stand UP, lançado em 1969.
Antes de gravação deste álbum o guitarrista e co-fundador Mick Abrahams deixou o grupo devido a diferenças musicais com Ian Anderson. Abrahams queria manter o som blues-rock de This Was (1º LP, coisa de colecionador mesmo), enquanto Anderson preferia explorar outros formatos musicais. Stand Up representa o primeiro álbum onde Anderson exerce controle total sobre as músicas e composições. Nota de sobrevivência: o Jethro é ativo até hoje e sua formação atual conta com Ian Anderson e Martin Barre (remanescentes da formação original), Doanne Perry, Jonathan Noyce e Andrew Giddings.

Diário de Bordo - Complemento (Vida Longa e Prosperidade) - Para me redimir de uma indelicadeza, ou seja a não-reprodução, à época, de um singelo e ego-trip(ento) comentário feito pela Aline Rodrigues, o apresento ao distinto e dileto público para contrapô-lo a um post-desabafo público do Vito Andolini, um dos alter-egos carcamanos do Podcast Rossopomodoro.

BackGround (BG) deste I Dig - Choro, uma composição de Marcelo Galbetti (um dos integrantes do grupo paulista Premeditando o Breque, carinhosamente apelidado de Premê); e de Phillip Glass, a peça 1957 Award Montage da trilha sonora do filme Mishima de 1985, que relata a estória de Yukio Mishima, escritor japones, famoso por seu nihilismo e pelas circunstâncias de seu suicidio em 1970 através de um perfeito seppuku, em japones vulgar: hara-kiri.