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Friday, October 27, 2006

I Dig it 022

Impressões Digitais Compacto Duplo vigésima-segunda edição




LADO A: Autumn in New York (Billie Holiday, born Eleanora Fagan)
LADO B: Autumn in New York (Ella Fitzgerald & Louis Armstrong, born "Satchmo")

Autumn In New York

[ella]
Autumn in new york
Why does it seem so inviting
Autumn in new york
It spells the thrill of first-nighting

Glittering crowds and shimmering clouds
In canyons of steel
They're making me feel - I'm home

Its autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again

[louis]
Autumn in new york
The gleaming rooftops at sundown
Oh, autumn in new york
It lifts you up when you run down

Yes, jaded rou‚s and gay divorc‚es
Who lunch at the ritz
Will tell you that its divine

This autumn in new york
Transforms the slums into mayfair
Oh, autumn in new york
You'll need no castles in spain

Yes, lovers that bless the dark
On the benches in central park
Greet autumn in new york
Its good to live it again

[trumpet solo]

[ella]
Autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again


Láááá no hemisfério norte é Outono, e como acho o outono "muito-mais-meió-di-bão" das estações do ano, homenageio a dita neste Compacto Duplo. Com uma obra (Autumn in New York) famosa e composta por um russo de nascença! (Vladimir Dukelsky, aka Vernon Duke).

Homo Sapiens - E como a política permeia este período brasileiro, abandono o compromisso de tratar sobre cultura e arte, e retomo um assunto que rabisquei com o Vito, o Federico e o Jacques Georges no Rossopomodoro #37... Adentro mais profundamente na relação sociedade-representantes políticos deste brasilzão-de-meu-deus e as responsabilidades do lado externo do Congresso Nacional. Acabando por concluir aquilo que deus disse na velha piada logo após de ser informado que o país Brasil, que acabara de criar, não tinha furacão, tufão, terremoto, maremoto, gelo, nada... absolutamente nada, era um paraíso; e voltando-se para o interlocutor, emendou: "não tem desgraçada natural nenhuma? pois bem, espera só pra ver o povinho que vou colocar lá nele..."

Como complemento deste assunto, amplio o espectro e reproduzo as idéias do cientista político Jorge Castañeda da Universidade de Nova York divulgadas pelo seu artigo Latin America's Left Turn da revista Foreign Affairs, onde esmiuça a guinada à esquerda da America Latina e sua duas vertentes.

Nos "finalmente" deste Impressões o relapso do produtor/diretor/locutor/editor/técnico/pós-produtor e rapaz do cafezinho volta para informar o resultado do Concurso do Arkady V Deznhev, reproduzindo o áudio que o Rubem Luiz gentilmente enviou (após eu ameaçá-lo de morte).

BackGround - Como o assunto gira entorno de Nova York, América e Outono, ao fundo deixo rolando - pela ordem - As versões arrasadoras de Autumn Leaves: primeiro de Miles Davis & John Coltrane; e depois a de Wynton Marsalis; e por fim a versão clássica de Autumn in New York de Charlie "Bird" Parker.

Autumn Leaves
Joseph Kozma/Jacques Prevert

The falling leaves drift by the window
The autumn leaves of red and gold
I see your lips, the summer kisses
The sun-burned hands I used to hold

Since you went away the days grow long
And soon Ill hear old winters song
But I miss you most of all my darling
When autumn leaves start to fall

Saturday, October 14, 2006

E descobriram quem é o Arkady Vissarionovich Dezhnev!

Lamento informar - principalmente àqueles que perderam madrugadas na internet buscando indícios, pistas, fragmentos históricos que levassem à elucidação da pergunta do Concurso Ganhe o Livro Aforismos do Arkady, ou seja, quem é este ilustre pensador russo - que o Rubem Luiz descobriu quem é este personagem literário, demonstrando astúcia e persistência leu simplesmente a versão em pdf do livro em questão, o qual deixei - desde o princípio do Impressões Digitais disponível na Internet e matou a charada.

Abaixo reproduzo seu e-mail elucidativo:

Ôlas Sergio!
A promoção pra ganhar o livro do piloto de Malenkigrad ainda está de pé? :-)
Me deu curiosidade e dei uma googlada pelo nome "Arkady Dezhniev", e em português só tinha a sua página no Terra ( paginas.terra.com.br/servicos/sergiovs/ ), com o PDF dos "aforismos", informando que provinham do "Viagem Fantástica 2" do Isaac Assimov. Como não tinha nenhuma sugestão de leitura por uns dias, e meus olhos anseiam por papel (Exceto o de rolo de 40m), lí o "Viagem Fantástica 2", versão Ebook que roda pela internet, e não ví nenhuma das frases (Pensei até em delírios causados pela vossa idade, por algum alucinógeno no vinho tomado durante o Rossos Digitais & Impressões Pomodoras... :-). Hoje tive a curiosidade de olhar o mesmo texto em ingles (Algum ebook de gratis também...) e, Tchã-rã! Lá estão as frases do "Dezhnev Senior" e o Arkady permeando o livro todo, como personagem... Na "tradução" foram simplesmente removidos todos os russos, o texto ficou com quase metade do tamanho, e a história parece "pobre"... Está aqui o ebook, caso você já não o tenha: http://www.rubem.info/Asimov.-.Viagem.Fantastica.II.pdf .
Se meu ingrêis fosse melhor eu iria ler o "original" inteiro, porque pelas bitucadas no texto me pareceu bem mais rico que a tradução/adaptação/emporcalhamento...
Agora, se tem que descrever o personagem, bom, eu teria que ler o texto em ingles... mas deu pra perceber que ele parece um tipo "chato sabio", ou "metido sabio", ou sei lá como chamar um personagem que não é lá muito carismático mas o autor fica colocando as frases do pai dele no texto... Puxação de saco para com o Dezhnev Junior por parte do Sr. Asimov! :-)
Sobre o Dezhnev pai, tem a biografia na wikipedia, nascido na cidade pela qual o livro passa, Malenkigrad, mas morto em 1670... o Sr. Assimov teria que situar a história em 16xx mais ou menos (1700 no máximo), pra ficar mais fidedigno a esse personagem... mas pelo visto a história está totalmente situada no sec. XX...
Bom, não sei se saiu em papel uma tradução decente aqui no brasil... Se saiu, vou ter que providenciar transformar em ebook, porque o mundo internético-brasileño precisa urgente saber quem é Arkady Dezhnev! :-) heheheh
(PS: Antes de googlar pelo nome, tive que descobrir como se escreve esse nome... Arcade, Arcadi, Arcady, Arcad, Arkad, Arkade... (Até pensei em pseudônimo do Stalin, que era "Vissarionovich" também...) Sabendo o nome do fulano, tudo fica facil...
(E convenhamos que "iscuitar" direitinho pra "iscrivinhá" um nome russo num audio de podcast nunca é simples...)


Comentando o e-mail do Rubem:
1) O livro (em papel) da versão em português é fidedigno à versão inglesa, pois retirei deste primeiro todas os 63 aforismos citados pelo Arkady durante esta aventura "asimoviana". O ebook deve ser apenas um resumo (e retirar os russos da história é retirar a estória do Issac)
2) O Arkady é o piloto da nave que é miniaturizada, e passa a aventura toda citando os aforismos (que na realidade são do seu pai)... Estes aforismos estão listados - em ordem de citação no Viagem Fantástica II - no "livro" Aforismos do Arkady.
3) Agora a biografia da wikipédia - juro, não tenho nada com ela - Issac Asimov com certeza utilizou o personagem histórico para justificar a ascendência do Arkady de sua ficção.
4) Malenkingrad em russo significa "cidadezinha"
5) Estes podEscutantes são terríveis, né?! Se, realmente, ouvissem o que digo no podcast, teriam clicado no link LogEntry e no blog-destino (sergiovds.blogospot.com) iriam encontrar - no canto direito bem acima dos AdSense do Goolge - o nome completo do Arkady e o aforismo do último Impressões Digitais publicado.
6) Stalin era pseudônimo, assim como Sarney...

PALMAS AO VENCEDOR!
(agora só preciso descobrir um jeito de enviar o prêmio ao Rubem)

Wednesday, October 11, 2006

I Dig it 021

Podcast Impressões Digitais em sua vigésima-primeira edição - FULL




INTRODUÇÃO
Days Are Numbers (The Traveller) - The Alan Parson's Project
Album: Vulture Culture - Chris Rainbow - Lead Vocals

The traveller is always leaving town
He never has the time to turn around
And if the road he's taken isn't leading anywhere
He seems to be completely unaware

The traveller is always leaving home
The only kind of life he's ever known
When every moment seems to be
A race against the time
There's always one more mountain left to climb

Days are numbers
Watch the stars
We can only see so far
Someday, you'll know where you are
Remember
Days are numbers
Count the stars
We can only go so far
One day, you'll know where you are

The traveller awaits the morning tide
He doesn't know what's on the other side
But something deep inside of him
Keeps telling him to go
He hasn't found a reason to say no

The traveller is only passing through
He cannot understand your point of view
Abandoning reality, unsure of what he'll find
The traveller in me is close behind

Days are numbers
Watch the stars
We can only see so far
Someday, you'll know where you are
Remember
Days are numbers
Count the stars
We can only go so far
One day, you'll know where you are

O Manual Do Torneiro Mecânico - Dois fatos distintos e de máxima relevância para os últimos 50 anos, a concepção de 2 fantásticos elementos em meados de setembro de 1956; primeiramente a concepção de euzinho aqui e a concepção do primeiro disco rígido da história da tecnologia, o RAMAC (Random Access Method of Accounting and Control), ou seja, Método de Acesso Aleatório de Contabilidade e Controle, armazenava apenas 5 megabytes de dados e custava US$ 50 mil, e foi lançado pela IBM em 13 de setembro de 1956.
A unidade de memória do computador RAMAC 305 era composta por 50 discos de 61 cm de diâmetro. A máquina foi apresentada pela primeira vez no Brasil em fevereiro de 1961, em uma exposição de processamento de dados organizada pela IBM. Um dos primeiros clientes foi a Volkswagen: levou a máquina para sua fábrica em São Bernardo do Campo. A General Electric do Brasil também comprou o RAMAC 305; foi o primeiro computador instalado no Rio de Janeiro para fins comerciais, nos anos 60. Juntos, todos os 6 mil discos fabricados até o final da década de 60 tinham capacidade de 30 terabytes.
Muita coisa mudou nestes 50 anos, de um zigoto hoje aqui estou eu com zigocentos bilhões de células, assim como fabrica-se HDs com capacidade de armazenagem 150 mil vezes maior que o RAMAC pesando 10 mil vezes menos...
Hoje temos HDs de 750 GB com 100 gramas de peso e 9 cm de diâmetro. Para 2007 anuncia-se o lançamento de HDs com 1 TB de capacidade.

Hard Drive - HALL OF FAME
1956 - A IBM lança o 350. Primeiro hard drive com 50 discos de 61 cm de diâmetro cadae capacidade total de 5MB.
1962 - A IBM lança um sistema de armazenamento independente com 6 discos de 36 cm de diâmetro e 2MB.
1979 - A IBM desenvolve o drive de 8 polegadas (20 cm).
1980 - O drive de 5 1/4" - conhecido como Winchesterfaz seu debut. Seu projeto é a pedra de toque do mercaod de computadores pessoais.
1983 - A Rodine oferece ao mercado o drive de 3 1/4" de 10MB, dimensão que ainda é a padrão para os desktops.
1988 - A PrairieTek lança o drive de 2 1/2" de 20MB, dimensão que ainda é a padrão para os notebooks.
1991 - A Integrated Peripherals lança o drive de 1,8". Uma dimensão de HD que manteve-se a margem do mercado até o lançamento do iPod 10 anos depois.
1992 - A Hewlett-Packard lança o drive de 1,3". Ele não conquista o mercado, entretanto os atuais fabricantes pensam seriamente em relançá-lo.
1999 - A IBM lança um microdrive de 1" com 340MB de capacidade que já alcançou 8GB.
2004 - A Toshiba comprime o drive a 0,85" de diâmetro. Muitos crêem ser este o menor HD a ser produzido em massa.

O QUE É 1 EXABYTE?
1 Exabyte em computês é a representação do número 2 elevado a potência 60, o que dá - deixa eu tomar fôlego - 1.152.921.504.606.846.976 de unidades, ou seja uma ordem de grandeza de um representando por um seguido de 24 zeros.

kilobyte (kB) = 2**10 - ordem: 1 seguido de 03 zeros
megabyte (MB) = 2**20 - ordem: 1 seguido de 06 zeros
gigabyte (GB) = 2**30 - ordem: 1 seguido de 09 zeros
terabyte (TB) = 2**40 - ordem: 1 seguido de 12 zeros
petabyte (PB) = 2**50 - ordem: 1 seguido de 15 zeros
exabyte (EB) = 2**60 - ordem: 1 seguido de 18 zeros
zettabyte (ZB) = 2**70 - ordem: 1 seguido de 21 zeros
yottabyte (YB) = 2**80 - ordem: 1 seguido de 24 zeros

Caiu Na Rede - A nossa ostra de hoje é a autora e intérprete do sucesso internético A Jabuticaba (quem tiver dúvidas questione o Ricardo Macari). A fantástica e incrível Neísa de Oliveira, A Pantera das Coroas, canta nesta vigésima-primeira edição do Impressões a sua composição Saradona.
Esta brasileira, advogada (eu sabia, eu sabia!!!!) e corretora de imóveis, natural de Botucatu, cidade do interior de Sao Paulo, iniciou sua carreira em 2002, quando gravou um CD doméstico. O primeiro show, em uma tarde fria de Botucatu foi presenciado pela seus pais e seus 3 filhos... só, mais ninguém. Hoje ela é um sucesso!!! Esta coisa maravilhosa entitulada A Jabuticaba, foi eleita o Hino Nacional da Medicina pelos universitários bêbados da Festa Brega da Medicina em Abril de 2005.
Deus jamais me perdoará...

É A Ignoranssa Qui Astravanca U Porgréssio - Aproveitando o ensejo na divulgação tão estelar espécime da fauna musical de nosso brasilzão-cabloco acima, eu gostaria de alegar total e completa "ignoranssa" e assim, permitir que as estrelas continuassem a girar pelo céu, distraídas e totalmente alheias às picuinhas humanas... Neste Impressões decidi tocar em um assunto espinhoso: a regulamentação dos direitos de todos os intervenientes de um podcast, que a primeira vista pode parecer uma tremenda besteira.
"Ovam" o podcast e tirem suas conclusões.

Jazz Em Paz - Direto e reto... Estrelas, como tema de minha experiência de vida, só podem ser circundadas pelas obras Also Sprach Zarathustra, partindo da original de Friedrich Nietzsche (1883), passando pela de Richard Strauss (Opus 30 de 1896, parte de seus Poemas Tonais) e chegando a de Eumir Deodato (1972)

Mostro-vos o super-homem.
O homem é algo que deve ser sobrepujado.
Que tendes feito para sobrepujá-lo ?
Todos os seres até hoje criaram alguma coisa superior a si mesmos;
e vós quereis ser o refluxo deste grande fluxo e
até mesmo retroceder às bestas,
em vez de superar o homem?

Notinha de um geek da década de 70 - assisti ao filme 2001 - Uma Odisséia no Espaço 19 vezes desde o seu lançamento por aqui em 1969 (cine Comodoro na Rua Augusta) até compreendê-lo na totalidade e aí sim, comprar o livro de Arthur C. Clarke e ler o danado em algumas horas em 1977.

Diário de Bordo Complemento - Assim diria o canastrão William Shartner na pele do Capitão James Kirk da nave interestelar Enterprise: Meus mais profundos agradecimentos a todos aqueles que via comentários, email, skype, telefone, sinais de fumaça e pessoalmente teceram loas e boas a respeito do Impressões Especial nº 1... todos nós (o âncora da Rádio, o locutor da vinheta, o Freddy Piva, a Tia Dulce, o Islam Bardner, o mordomo Washington e eu) comovidos devotamos a todos vocês nossa eterna gratidão.

BackGround - Como trilha deste podcast muni-me de dotes poéticos e acabei lançando mão de uma rima: todo o background é do lendário e maravilhoso guitarrista Jeff Beck que faz você esquecer que há uma guitarra. Desde 1966 na estrada, Jeff inovou e marcou o hard rock, o jazz-fusion e a música moderna. Aqui utilizo suas composições Blue Wind, Beck's Bolero e Freeway Jam.

Wednesday, October 04, 2006

A impressao digital da Bia e do Gustavo



Ando muito social ultimamente.

Ontem passei bons momentos com a dupla Bia Kunze do Podsemfio e Gustavo Jreige do Outros Olhos, numa mesa do Shopping Paulista e, claro, um mundaréu de gente via smartphone e notebook...

O inusitado do foto: somando-se as idades da Bia e do Gustavo, o resultado não chega à minha idade... Para empatar tive que somar as idades do Smartphone, do Notebook e do iPod sobre a mesa...

Acima o registro histórico deste encontro (eu, velhaca e obviamente, estou atrás da lente...)

Sunday, October 01, 2006

Rosso e Impressoes com Pomodoro Digital

Bem gente... fui instado a falar com dois famosos tomates vermelhos meio italicos (porem, ainda muito brasileiros), que se fizeram acompanhar de um outro convidado incidental brasileiro (este radicado na Belgica) e varias garrafas de cabernet sauvignon (tanto ca nas terras brazilis como la no Lacio)... Aproveitem esta versao de No Tempo dos Dinossauros.

Rosso Pomodoro Podcast - Programa 37 (onde falo pra caramba).