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Friday, February 23, 2007

I Dig it Extra Edition 1



"Estava a toa na vida..." e o Christian Gurtner, do podcast Escriba Café, me apareceu com um áudio-protesto e uma solicitação para divulgá-lo no Impressões...

Topei com uma condição, "ouço primeiro o danado e depois comento em uma edição especial do I Dig, assim não há perda do timming". Tudo acordado, escutei o áudio mais uma vez, fiz umas rápidas anotações e liguei o microfone... Pronto! Taí o resultado: um Escriba Impressionado em um Café Digital.

BackGround:

With A Little Help From My Friends
de Lennon & MacCartney com Joe Cocker (versão estúdio e versão ao vivo Woodstock 1969)

What would you think if I sang out of tune,
Would you stand up and walk out on me?
Lend me your ears and I'll sing you a song
And I'll try not to sing out of key.

Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends

What do I do when my love is away
(Does it worry you to be alone?)
How do I feel by the end of the day,
(Are you sad because you're on your own?)

No, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends

Do you need anybody
I need somebody to love
Could it be anybody
I want somebody to love.

Would you believe in a love at first sight
Yes, I'm certain that it happens all the time
What do you see when you turn out the light
I can't tell you but I know it's mine,

Oh, I get by with a little help from my friends
Mm, I get high with a little help from my friends
Mm, gonna try with a little help from my friends

Do you need anybody
I just need someone to love
Could it be anybody
I want somebody to love.

Oh, I get by with a little help from my friends
With a little help from my friends.


Hino Nacional Brasileiro de Joaquim Osório Duque Estrada & Francisco Manuel da Silva com Coral e Yamandu Costa

Como quase ninguém sabe o que quer dizer direito fulguras, florão, garrida, lábaro... achei que não faria diferença alguma colocar o Hymnus Brasiliensis aqui, a versão verdadeiramente latina dos versões de nosso intrincado hino.

Hymni Brasiliensis a Francisco Manuel da Silva (1795-1865) anno 1822 independentiae commemorandi causae composita est. Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) anno 1908 carmina scripsit et Mendes de Aguiar in latinam linguam eadem vertit, quae infra leguntur

Hymnus Brasiliensis

Audierunt Ypirangae ripae placida
Heroicae gentis validum clamorem,
Solisque libertatis flammae fulgidae
Sparsere Patria in caelos tum fulgorem.

Pignus vero aequalitatis
Possidere si potuimus brachio forti,
Almo gremio en libertatis,
Audens sese offert ipsi pectus morti!

O cara Patria,
Amoris atria,
Salve! Salve!

Brasilia, somnium tensum, flamma vivida,
Amorem ferens spemque ad orbis claustrum,
Si pulchri caeli alacritate limpida,
Splendescit almum, fulgens, Crucis plaustrum.

Ex propria gigas positus natura,
Impavida, fortisque, ingensque moles,
Te magnam praevidebunt jam futura.

Tellus dilecta,
Inter similia
Arva, Brasilia,
Es Patria electa!

Natorum parens alma es inter lilia,
Patria cara,
Brasilia!



II

In cunis semper strata mire splendidis,
Sonante mari, caeli albo profundi,
Effulges, o Brasilia, flos Americae,
A sole irradiata Novi Mundi!

Ceterisque in orbi plagis
Tui rident agri florum ditiores;
"Tenent silvae en vitam magis,
Magis tenet tuo sinu vita amores."

O cara Patria,
Amoris atria,
Salve! Salve!

Brasilia, aeterni amoris fiat symbolum,
Quod affers tecum, labarum stellatum,
En dicat aurea viridisque flammula
Ventura pax decusque superatum.

Si vero tollis Themis clavam fortem,
Non filios tuos videbis vacillantes,
Aut, in amando te, timentes mortem.


Tellus dilecta,
Inter similia
Arva, Brasilia,
Es Patria electa!

Natorum parens alma es inter lilia,
Patria cara,
Brasilia!

2 comments:

Orlando said...

Eu não sei, exatamente, o que eu quero comentar... só sei que fui tomado de uma vontade, inexorável, de me expressar!
Talvez para dizer: estou aqui, estou participando, conte comigo; talvez.
Acho que por indignação, que não só o Brasil, mas que o mundo tem produzido em mim... essa vontade de ter nascido um cachorro, um gato, um periquito, uma baleia jubarte, um porco que seja... qualquer coisa que seja, menos humano.
Mas, já que nasci humano, me resta roer os ossos da existência, então.
Comentei não por estar cansado de falar, reclamar, tentar enfiar um pouquinho de visão crítica simples, consciência política, até mesmo nas conversas de botequim lutando contra a televisão que passa mais um emocionante e vital episodio do Brasileirão, ou outra bobagem, com o mesmo espírito... não por isso! Mas sim, por estar cansado de me sentir impotente, e muitas vezes chegar à conclusão de que a ignorância, realmente, é uma benção. E que benção! E que inveja!
Não tenho o que dizer, no meu comentário... nenhum discurso, nenhuma idéia original, milagrosa, fútil, banal, revolucionária, ou pseudo-intelectual; nenhuma vontade de sair na rua com faixas nas mãos , caminhando e cantando e seguindo a cansão, nem nada.... mas eu precisava comentar.
Estou cansado, mas amanhã passa...

tabax, num momento de sono... said...

Sergio. Qdo ouvi Christian num estilo Ruy Barbosa, pensei: só falta fechar com o Hino Nacional - ipsis factum.

Sem dúvida, é um discurso que carrega como carregam os bispos da Renascer, da Universal etc. O ser humano tem disso: havendo muitos problemas, um discurso eloquente é inebriante e conquistador. Vai de cada um. O que posso recomendar a quem a isso escuta? Cautela. Respire fundo. Pense longe.