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Sunday, March 29, 2009

I Dig it 052

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais em sua versão LongPlay, edição nº 52 (#004)

Esta é mais uma das muitas edições da versão Long Play que virão, o mais novo spin-off do Podcast Impressões Digitais. Aproveitem!

I Dig it 052 v. LP 004 (playlist)
Kake Hiki - KiMix
Oriente - Elis Regina
Jaane Hai Woh Kahan – Shreya Ghoshal & Shaan
Maula Mere Lele Meri Jaan – Krishna, Salim Merchant
Scatterlings of Africa – Johnny Clegg & Savuka
Graceland – Paul Simon
Malaksuma - Geraldo Azevedo
Kponnon Kpètè – Lionel Loueke

email: idigitais@gmail.com - skype: v.sergio - twitter: @sergiovds
http://impressoes.vocepod.com - http://sergiovds.blogspot.com - http://sergiovds.wordpress.com

Tuesday, March 24, 2009

I Dig it 051

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais em sua quinquagésima-primeira edição - versão Compacto Duplo.

LADO A:
Concerto de Brandenburg nº 5 - 3º movimento - Allegro (J. S. Bach )

INTRO:
Neste que é o quarto de sete episódios da série Estórias da História do Brasil, a seção Homo Sapiens enfoca os acontecimentos do século 18. Esta série iniciada lá na edição nº 42 do Compacto Duplo desenvolve o tema “As estórias da História do Brasil“, onde de um modo diferente tento contrapor algumas facetas da realidade histórica brasileira com as dos países dominantes de cada período histórico, as quais contribuíram para a formação de nossa estrutura tupiniquim europeizada. Na realidade estou pouco a pouco desenhando a estrutura sócio-econômica na qual se formou o nosso brasilzão-véio-de-guerra.

HOMO SAPIENS:
Século 15: Para se livrar do crescente domínio econômico e militar do Império Otomano no Mediterrâneo, os ibéricos e lusitanos - na busca de uma uma nova rota comercial entre a Europa Ocidental e o Oriente Indo-Asiático - tropeçaram por acaso em um continente longíquo, selvagem e completamente disponível à exploração.
Os outros reinos europeus viram nestas descobertas a oportunidade de ganhar um novo espaço econômico, através da apropriação pura e simples das fronteiras dos portugueses e espanhóis.

Século 16: Este é marcado pela conquista militar da América espanhola, e pelo abandono e experiências tímidas e desastradas de domínio da América portuguesa pelos lusitanos mais interessado com o comércio na Índia e na China.
O pau-brasil, os papagaios, os degredados, aventureiros, escravos e mestiços, todos abandonados à sua sorte condensam a obra da coroa portuguesa nas primeiras décadas do século 16 no Brasil.
Quase 50 anos após Cabral é que um representante da coroa, instala-se na Bahia, isso porque outras nações européias ameaçavam tomar por ocupação as terras, até então, quase abandonadas por Portugal. A política desinteressada da Corte, a distribuição das donatarias dentre aventureiros descartados dos negócios com o rico Oriente, conformou os posteriores senhores das terras, ex-comandados destes donatários também distantes e desinteressados das suas terras, que juntamente com o imenso latifúndio, com o catolicismo ampliado pelas ações da contra-reforma, a monocultura da cana-de-açúcar, e a mão-de-obra escrava, formaram parte de um complexo sócio-econômico, que acabou definindo a vida brasileira por quase quatro séculos, sendo a gênese da estrutura social fortemente hierárquica e imensamente desigual que nos acompanha. Por força de seu sangue português, Filipe II, rei da Espanha é aclamado rei de Portugal como Filipe I. Portugal fica sob o controle da Espanha de 1580 até 1640. Com o domínio espanhol, Portugal (e o Brasil) herdaram os inimigos da Espanha: Inglaterra, França e Holanda.

Século 17: O Brasil, mesmo sob domínio de Espanha por quase meio século, teve sua identidade portuguesa definitivamente consolidada. A expansão do poder eclesiástico na colônia e a miscigenação das raças americanas, européias e africanas foram profundo e tornaram-se irreversíveis, e enquanto essa mesma colônia sobrevive aos ataques dos indígenas, às rebeliões e fugas dos negros, às pestes e epidemias - enquanto arranca da cana a principal e quase única riqueza de suas extensas terras - na Europa, mesmo turbulenta, as ciências e as artes encontram seus grandes mestres: Galileu Galilei, Sheakespeare, Cervantes, Rembrandt, Bacon, Descartes, Pascal, Hobbes, Corelli, Rubens, Velasques, Moliere, Racine, Newton, Locke... e muitos outros.
A relativa unidade sob a República Cristã medieval já em colapso desde o início do século 16, castigada pelos avanços do Império Otomano na Europa oriental, foi sacudida ainda mais pela grande turbulência provocada pelo embate religioso-político das doutrinas de Lutero e Calvino, o qual levou à fragmentação do Cristianismo Latino, entre Católicos e Protestantes. Estes últimos, perseguidos e sem muito espaço na Europa ocidental emigram em massa para as novas colônias da América inglesa.
Enquanto que na América latina, mais especificamente no Brasil os jesuítas, apesar de não concordarem com a escravidão dos indígenas, defendem ferreamente a escravidão dos africanos, e conseguem implementar toda a agenda católica de co-gestão do poder atuando na dominação catequista e social da colônia.
A partir do último quarto de século 17 o poder da Igreja Católica se fixa finalmente - com toda uma hierarquia e suporte eclesiástico estruturados - em um Brasil que também já possui uma divisão administrativa sólida e afinada com os planos de expansão do território, os quais permitem as explorações, povoamentos e descobertas de pedras preciosas.

Século 18: O século emerge com as descobertas de riquezas minerais. O Brasil colônia - enfim - mostra-se imensamente rico, na região de Minas Gerais, proporcionando algo jamais esperado por aqueles aventureiros e degredados da metade dos 1500 e muito menos pelos mestiços e comerciantes de açúcar e escravos do século 17. Se por um lado durante todo o século 18 mais de 6 milhões de escravos são comercializados no ocidente por outro o Brasil torna-se o maior produtor mundial de diamantes e ouro. Enquanto isso no hemisfério norte: Os estudos sociais, econômicos e políticos evoluem e são postos em prática; várias guerras de dominação permeiam o século; mesmo assim a partir da metade do século há um impulso nas ciências, na estrutura industrial e na geo-política das nações européias e suas colônias americanas, todas elas determinantes para a consolidação da Revolução Industrial do século 19.

De modo bastante simples: no século 18 enquanto alguns países europeus e colônias reestruturam suas estruturas políticas revolucionariamente (e se envolvem em novos enlaces geo-políticos, desenvolvem suas ciências, cultura e indústria moldando o que seria a revolução industrial do século 19), Portugal se encolhe por detrás de uma estrutura comercial prá lá de submissa à coroa britânica. Mesmo com a administração descolada da igreja promovida pelo Marquês de Pombal a estrutura portuguesa atrela-se apenas à exploração do ouro e diamantes do Brasil para pagamento dos produtos ingleses. No Brasil, a mineração e a riqueza encontrada provoca vários efeitos: a população cresce exponencialmente, o eixo econômico desloca-se do nordeste para o sudeste, o processo de urbanização sedimenta-se, sistemas de transportes (estradas e portos) são implementados, serviços e artesãos estabelecem efervescente sistema comercial nos núcleos mineiros... Mas como a riqueza era toda desviada para a Europa, ao final das reservas minerais e do século, para os brasileiros sobrou apenas uma economia agro-pecuária (algodão, cana de açúcar e gado) calcada nos escravos que formavam a metade da população, e no que restou das atividades (serviços e pequeno comércio) relacionadas aos centros urbanos e mineiros.


LADO B: Sinfonia nº 6 (Pastoral), opus 68 - 3º movimento - Alegro (L. Van Beethoven)

BACKGROUND:
J. S. Bach:
Concertos de Brandenburg nº 1 F, BWV 1046 - 1.; 2. Adagio; 3. Allegro; 4. Menuetto, 2 Trios & Polacca.
Concertos de Brandenburg nº 2 F, BWV 1047 - 1.; 2. Andante; 3. Allegro assai.
Concertos de Brandenburg nº 3 G, BWV 1048 - 1.; 2. Adagio; 3. Allegro.
Concertos de Brandenburg nº 4 G, BWV 1049 - 1. Allegro.

Van Beethoven:
Abertura de As Criaturas de Prometeus, opus 43
Sinfonia nº 6 (Pastoral), opus 68 - 1. Allegro Ma Non Troppo
Sinfonia nº 6 (Pastoral), opus 68 - 2. Andante Molto Mosso
Sinfonia nº 6 (Pastoral), opus 68 - 4. Allegro

Friday, March 20, 2009

Rossopomodoro e eu

Há dois anos atrás eu fiz uma pequena animação, com os dois personagens que eu havia criado - os tomatinos - para o Podcast Rádio Rossopomodoro do Vito Andolini. Hoje o Vito já não se encontra mais em Roma, tá em Pequim, e o Podcast, bem... continua hilário.

Aqui está a animaçãozinha:




Quando eu fui montar o áudio da animação eu fiquei encafifado: de onde eu conhecia a musiquinha de introdução do Podcast? Pouco tempo após ter enviado o arquivo da animação ao Vito tropecei sem querer com o vídeo que reproduzo aqui,com um atraso de 2 anos:

Thursday, March 12, 2009

I Dig 050

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais em sua versão LongPlay, edição nº 50 (#003)

Esta é mais uma das muitas edições da versão Long Play que virão, o mais novo spin-off do Podcast Impressões Digitais. Aproveitem!

I Dig it 050 v. LP 003 (playlist)
Take the "A" train (Duke Ellington) com Ella Fitzgerald
Misty - (Erroll Garner/Johnny Burke) com Errol Garner
Sophisticated Lady (Duke Ellington / Mitchell Parish / Irving Mills) com Art Tatum
Boplicity (Davis and Gil Evans) com Miles Davis
Waltz for Debby (Bill Evans / Gene Lees) com Bill Evans Trio
Take five (Paul Desmond) - Quincy Jones & Herbie Hancock

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Thursday, March 05, 2009

Olha os conceitos:

Lembrem-se que podcast é uma coisa, podcasting é outra!!!

Muitos vão pensar que eu desejo esganar a Mellancia. Ledo engano, gosto muito da Mafê e também quando é possível argumentar para se esclarecer pequenos desvios de visão, ou equívocos conceituais. Admiro - e muito - a capacidade da Mellancia e por isso me permito a abrir a temporada de caça a essas frutas dissimuladas que vestem-se nacional e exercitamente de verde, mas por dentro nutrem a vermelhidão comunistóide devoradora de criancinhas. Assim vamos ao:

Refutando o post da querida Mellancia!!! :P

Nota - para maior clareza o texto do post original da Mellancia está em itálico.


Foi tanta informação nos coments que devo fazer algumas considerações.
Eu também...

Pra deixar claro, o lance de Rádio na Internet, não é apenas analogia, Programas em podcast, em MP3 com player automático ou não, ou arquivos de áudio mp3 em zip para download, que tenham conteúdo locutado, vinhetado e editado , são sim rádio na internet
.

Não ! Não são... Pela essência. O formato do podcast não é de um para muitos. É de um para um!! (este é um erro crasso cometido pelos teóricos), nem é um streamming (isso sim é radio pela internet) transmitido de imediato e portanto finito, que se extingue no momento da transmissão.

Novamente me refiro a Rádio no conceito utilitário e não no conceito “ondas”.

O conceito rádio só pode ser considerado utilitário desde que possua broadcasting (ondas!), ou seja, que seja distribuído, e no caso, imediatamente sem controle de tempo pelo ouvinte. Ou seja, ouviu, ouviu, se não bau-bau.

Tudo que é produzido hoje, seja bom ou ruim vem, da essência dos formatos utilizados nas rádios
(que por sua vez vieram do teatro de costumes, operístico, vaudeville e dos livros, romances e novelas do início do século 20) que são inúmeros, bons ou ruins também, interessantes ou não.

Rádio = áudio reproduzido
(Não! Transmitido) por uma mídia (emissora de rádio) e ouvido por muitos (Se estiverem sintonizados, ou seja, sem controle da reprodução) ao mesmo tempo e naquele momento X apenas.

Podcast = áudio reproduzido
(Não! Disponível para reprodução, ou seja para o podcasting) por uma mídia (internet) (Não! RSS é mída, internet é um dos canais) e ouvido por muitos , não ao mesmo tempo e cada um num momento diferente (Com controle absoluto da reprodução sonora). Exato! Atemporalidade é o conceito básico da estrutura de um podcast, pois o podcasting pode ocorrer a qualquer momento após a publicação. Sob está ótica - conteúdo e distribuição - o podcasting está mais para a revista do que para o rádio e/ou televisão... Lembrando que podcast pode ser de texto, audio ou vídeo (o rss - via web, wan ou lan - é a mídia que entrega o arquivo / seja ele txt, mp3 ou avi).

A utilização desta referência a meu ver, deve ser sempre utilizada, por que ela é isto.
Creio que acabei de demonstrar que esta última frase não é uma boa assertiva. :P

Se vc fala para leigos em internet, vc vai com menos termos como RSS, Agregador, para digerir melhor, para os mais sabidos, vc fala podcast ou meu programa de áudio na internet, minha rádio na internet, sei lá….
A primeira coisa que ,ao menos eu, digo é que não é uma rádio na internet... Rádio na internet é rádio na internet, é streamming... Só assim posso ensinar o que é agregador... E gozado, os neófitos ficam maravilhados em descobrir que eles podem ler o que quiserem apenas assinando RSSs! O ouvir fica sempre em 2º plano :D

Não elitizem o produto pois ele não é isto, aliás nem é um produto, e nem é UMA MÍDIA, é uma forma de entrega de áudio.
Concordo, sem elitizações! Mas olha a confusão entre podcast e podcasting aí de novo! Podcast é a informação, o produto de um podcaster. Ponto! O que entrega o áudio, a mídia é o RSS.

Mídia é o tipo de arquivo Mp3, uma mídia digital, como chamamos de mídia o CD físico.

Mídia é também um veículo, como TV, Rádio e a Internet.
O RSS é a mídia fundamental, o meio de trafegar a informação. Internet, WAN, LAN, PY (alguém sabia que podcasts também são distribuídos por rádio-amadores?) São apenas os canais de distribuição.

Portanto podcast, não é nem um veículo nem um arquivo.

Equívoco: o Podcast é um arquivo.

O programa em Podcast é uma mídia (arquivo MP3) distribuída em outra mídia (veículo internet).

O podcast é, sim, um arquivo, um produto fechado e acabado, pronto para ser reproduzido por um instrumento sonoro, aqui ou na China, hoje ou daqui a 10 anos. Podcast é um arquivo digital e o RSS é a mídia que o distribui através de canais digitais passivos.

O Itiro comentou:

Não adianta dizer que um não tem a ver com o outro. Concordo, partilham o mesmo DNA - caráter sonoro, alguns modelos de produção... e parou por aí.
Aliás, alguns programas de rádio, já são gravados e disponibilizados como podcast. Perfeito! E isto chama-se apenas reaproveitamento de material (agora um podcast de nóticias do dia não é lá muito inteligente, né?! Tem vida útil de 12hs e olhe lá).
Logo será possível ‘baixar’ podcasts nos rádios dos automóveis, juntamente com as rádios online, via Internet sem fio. É isso o que a gente deseja e espera. :P
Internet Car Radio:_http://www.technologyreview.com/communications/22173/?a=f
E então… será que os dois não estão bem próximos? Próximos também somos dos gorilas, mas não o somos. Semelhança não é igualdade!

Bingo Itiro!!

Truco Mellancia!

89FM

MixFM
Isto é rádio na Internet só pq foi produzido pela emissora???
Não! É programa de rádio reaproveitado para podcasting...

Não, é rádio
(Discordo - Vide frase anterior) pois usa o mesmo conceito de entretenimento auditivo, com roteiros formatados de forma inteligente para gerar interesse dos ouvintes, que são chamados roteiros de rádio, que poderiam ser apenas roteiros de áudio. Mas qdo se especificou isto a rádio era a única forma de se transmitir áudio.
Gozado quando se "usa o mesmo conceito de entretenimento, auditivo, com roteiros formatados (...) Interesse dos ouvintes..." poderíamos estar falando de teatro, não é?! Roteiros de óperas! Mas isso é sair do assunto em questão, vamos em frente...

Ok, carros de som antigamente eram muito utilizados para reproduzir áudios, então vamos fazer de conta que eu pegue o ADD do Maestro Billy e toque num carro de som lá na praça do centro na frente da igreja matriz, sim isto é uma rádio, um CARCAST, ou AUTOCAST.

Concordo, uma fonte, uma transmissão única para um monte de gente ao alcance auditivo do trio elétrico, do carro de som...

Por acaso o carro vira mídia (arquivo mp3)? Não. Mas ele vira veículo, sim!! (sem trocadilhos, por favor). Pois ele se tornou uma forma nova de levar aquele conteúdo.

E o conteúdo é o quê? Respondo: nada mais que um arquivo sendo reproduzido em uma transmissão única para um monte de gente ao alcance auditivo do trio elétrico, do carro de som (canal de distribuição ativo - o gramofone reproduziu a midia todo mundo ouve, parou de reproduzir ninguém ouve nada).

No caso de podcast este utiliza um veículo já existente, a internet.

Porém, o conteúdo é um arquivo disponível para ser reproduzido quantas vezes se desejar por um monte de gente, e onde se desejar através de canais de distribuição passivos (você ligou seu terminal, acionou seu agregador+reprodutor mp3 o arquivo chega até você e ouve, para, avança, retrocede, apaga o arquivo, redistribui, modifica, retalha, remonta...). Podcasting é palavrinha mágica. Ela configura uma nova mídia (o RSS).

Deu pra entender?
Acho que agora tá claro. :P
O AUTOCAST passará a receber adesivos de propaganda, bandeirinhas, distribuirá adesivos dos patocinadores, além do locutor vender Rugol nos seus Breaks comerciais ou nas vinhetas de oferecimento. Isto também faz parte dos veículos comerciais que conhecemos.
O podcast pode receber e veicular propaganda, nada impede isso... Mas não é isso que aqui se discute.
Livro é uma coisa, jornal é outra coisa, revista é uma outra coisa, assim como tv é uma coisa, rádio é outra coisa e podcast é uma outra coisa.

Simples assim.

:)

#prontofalei

#prontoretruquei


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Wednesday, March 04, 2009

I Dig 049

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais em sua versão LongPlay, edição nº 49 (#002)

Esta é a segunda de muitas edições da versão Long Play, o mais novo spin-off do Podcast Impressões Digitais. Aproveitem!

I Dig it 049 v. LP 002 (playlist)

Love me or leave me (Walter Donaldson e Gus Kahn) com Nina Simone
Naima (John Coltrane)
Round Midnight (Thelonious Monk) com Mel Thorme
The Pink Panther Theme (Henry Mancini) com Bobby McFerrin
Take Five (Paul Desmond) com Al Jarreau
Everytime we say goodbye (Cole Porter) com John Coltrane
Goodbye (Chet Baker)

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