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Saturday, October 23, 2010

A Interatividade, a Operadora e a Ouvidoria

Retornando nesta última 2a. feira (18/out/10) de uma rápida viagem à Minas minha esposa me questionou: 

"Você colocou créditos no meu telefone pré-pago?" E eu: "… claro, vivo colocando créditos nele e sempre conto a você tim-tim por tim-tim!" (arrghhh). Não, não disse nada disso… eu respondi: "Coloquei sim, R$ 35 na sexta-feira mesmo, antes de você viajar". 

E ela desconfiada rebate: "Pois é, não usei nada e os créditos estão zerados. Não tem nada, nadinha e aquele número doido 72751 mandou umas 20 mensagens (fato estranho #1).

Aí eu indaguei: que número é esse 72751? Calmamente ela me diz que havia duas semanas que este número enviava SMSs sem parar! Ainda na 2a. eu ¨gogleei¨ e rapidamente descobri que o tal número é odiado por usuários de várias operadoras como pode ser visto aqui e aqui.

Na 3a. (19/out/10) disquei *8486 opção 9 e a gravação me informa o protocolo do ¨não-atendimento¨ posterior. Explico: após a entrada da atendente na linha, e a confirmação de dados e de eu explanar todo o meu problema, ela me informa que não pode fazer nada, pois os atendentes estão sem sistema (fato estranho #2) e que apenas em 24h eu poderia conseguir algo, assim deveria ligar novamente no dia seguinte.

Na 4a. as 10h manhã ligo novamente à Central de Relacionamento (hahahaha), a mesma mensagem eletrônica me avisa que se não quiser ouvir eu receberei uma mensagem SMS com o nº do protocolo do atendimento da ocorrência (fato estranho #3), logo em seguida entra o atendendo, que após a ladainha sobre dados ouve meu xororô sobre o fato de que "um serviço não solicitado e, portanto, não autorizado via o nº 72751 estava ¨sangrando¨ os créditos de um pré-pago… que tal fato se revestia de fraude e/ou falsidade ideológica e roubo… assim eu exigia o cancelamento imediato de tal "serviço" e de quaisquer outros que estivessem vinculados à linha… e que por fim eu solicitava o nome do setor ou do responsável pelo serviço vinculado ao nº 72751 para as devidas providências legais…"

O atendente, ouvindo ainda de mim que tal número é ¨useiro e vezeiro¨ de tal prática e que, certamente, a Operadora estava ciente de disso, tentou me explicar que se eu enviasse um SMS para o tal nº com uma palavra em maiúsculas o serviço seria cancelado (fato estranho #4). Diante minha exigência de solução ¨por parte da Operadora que intermediou o acesso não-autorizado¨, o atendente efetuou a interrupção do serviço e que eu receberia um SMS com a notificação de tal procedimento (fato estranho #5).

Diante minha obstinada insistência em saber informações sobre o serviço 72751, o atendente informou que este era uma "interatividade" (jargão do mercado), um serviço fornecido por terceiros e que a Operadora não era responsável pelos atos deste terceiro (fato estranho #6). Por fim informou que se eu quisesse ele poderia me encaminhar à Ouvidoria (hahaha… outra vez) e eles poderiam me ajudar a descobrir quem era a empresa por trás do serviço.

Ato contínuo, a atendente Mariana da Ouvidoria (arrghrssppotfthahaha… impossível conter a gargalhada) entra no embrulho - as 10:12h -  comecei então a contar tudo de novo. Quando disse que gostaria de saber quem era o n” 72751,  ela me interrompeu e repetiu tudinho o que o 1” nível do filtro "vamos enlouquecer o estúpido pagante" havia dito… comecei a me sentir no Processo de Kafka. Foi quando imbuído de um espírito "ad vocantis" argumentei que a Operadora como parte de um contrato de prestação de serviços com um terceiro (a  tal ¨interatividade¨) poderia ser alvo de co-participação em ato ilegal em uma ação civil e criminal, etc. e tal (digressão: para quem não sabe, corruptela de etecetera et al)... Não é que a frase de efeito funcionou! Como um passe de mágica ela começou a SOLETRAR o nome da empresa responsável pelos "serviços" do n” 72751 - SUPPORTCOMM.

Questionei então se este era um nome fantasia, pois uma empresa possui razão social e também um CNPJ… Aí o "bicho pegou", ela embatucou e pediu ¨um minutinho¨ para consultar a informação solicitada… 

Bem, enquanto eu achava o site da supportcomm e escrevia este post a musiquinha de espera da Operadora/Ouvidoria ficava em moto-contínuo no telefone até as 10:53h, ou seja, mais de 30 minutos de espera pelo retorno da Mariana até o corte da linha pela Operadora (fato estranho #7). Brasiu!!!


FATOS ESTRANHOS:

#1 - Verificando o celular da esposa descobri que durante os dias anteriores à viagem a média era de 3, 4 mensagens diárias, assim que ela entrou em roamming a média passou a 22 SMSs diários!!!

#2 - Por quê solicitou todos os dados, e também ouviu toda a solicitação e requisitou maiores detalhes para depois informar a falta de sistema? De imediato solicitou 24h de prazo para retorno a normalidade, pois bem, 1h depois liguei de outro telefone pré-pago e cancelei um serviço promocional.

#3 - Não recebi SMS algum confirmando ou não o atendimento.

#4 - Nitidamente já faz parte do roteiro de atendimento o texto compreensivo e de que não são responsáveis pelo ocorrido, tanto que solicitam ao incauto que o próprio cancele o serviço caracterizando assim a ciência de uma ¨solicitação¨ oficial. 

#5 - Não recebi SMS algum confirmando ou não o atendimento, o que caracteriza a existência de roteiro de atendimento com um ¨apagar de rastros¨, é como se eu nunca houvesse me comunicado com a Operadora.

#6 - Como uma Operadora pode cancelar um serviço (contratado ou não) e não ser responsável perante ambas as partes? Ela intermediando um fornecedor e um usuário, deve por Lei, possuir um contrato com cada uma das partes e, portanto, possuir co-responsabilidade pois aufere lucro na relação entre ambos.

#7 - Bem... este não é um fato estranho quando se trata de atendimento de Operadoras.


post scriptum (aka p.s.) - Confirmado a ANATEL (Associação Nacional dos Amigos das Tele-operadoras) não lê a ¨Interwebs¨, pois fica lá impávida e ¨colossa¨ à espera que você registre uma reclamação. Apenas isso. Eles não te retornam, não te informam… ninguém sabe o que acontece. Não podiam ter inventado um sistema melhor de processo infinito e inconcluso. A perfeita solução de continuidade. 

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Friday, October 22, 2010

Dístico

27 jun 1978

Dístico

A você que passou a vida derrubando ideais 

e ideias normais,

Transcendentais normas de existência 

em loucos dias regrados.

A você que violentou-se, expondo vísceras 

e entranhas à estranhas pessoas,

Enzimas e químicas de seu sangue na jugular, 

Arterial oferecimento de um franco vampirismo social, 

Metamorfoseado em estigmas familiares.

Ao meu psicótico ser, animal místico, 

com sotaque italiano e meias palavras, 

resmungadas, soluçadas entre um urro e outro.

Ao falso enredo da consciência humana

e do script cultural que falhou.

Pelo respeito à lógica, seguir a ordem

e me desencontrar por completo.

Qual o real significado

da fatalidade?

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Friday, October 08, 2010

Mens Sana

16 de abril 1978

Mens Sana

Desse marasmo que domina minhas veias

e faz escorrer um mistura. Lodo. Lama. Água. Sangue.

Desse medo em mim prenhe de outras datas 

que regurgita e agita as entranhas.

Estranhas passagens habitadas 

por estranhas memórias. Inglórias. Instantes. 

Dessa tremedeira barata, 

nervosa e química. Tímida. Escondida. Tamanha.

Que desdobra minha pele arrepiada 

em escamas abissais e escuras. Diárias

Em esculpidas e estúpidas frases 

colocadas, maceradas no incesto cotidiano

Desse caos estabilizado 

que mantém as vísceras expostas. Imóveis. Ao sol.

Salgando o charque da minha moral

roubada de um passado qualquer.

E pousada na senda, na fenda da minha estirpe.

Brota líquida, minha insanidade 

escorrida em meias idéias. Obscena. Herege.

Errônea e debilitada num vômito alcoolizado.

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Thursday, October 07, 2010

Aham, Cláudia senta lá... (*)

Abaixo transcrevo o artigo do Terra Magazine. Quem quiser pode acreditar no Ricardo Gandour; eu, após a leitura do artigo tasquei aí em cima o título do post.
(*) entenda o meme - clique aqui 

Diretor do Estadão: "Não houve censura a Maria Rita Kehl"

O diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo, Ricardo Gandour, conversou com Terra Magazine sobre a demissão da colunista Maria Rita Kehl, psicanalista, que, no último sábado (2), publicou no jornal um artigo no qual tratava da "desqualificação do voto dos pobres". Gandour, para começo de conversa, diz que "não houve demissão":

- Não é demissão. Colunistas se revezam, cumprem ciclos.

Disse ainda o diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo:

- Havia uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, essa conversa começou na última terça-feira pela manhã, (...) Horas depois, houve um vazamento na internet que precipitou a decisão. Não houve censura. Tanto que a coluna saiu integralmente.

A seguir, a conversa com Ricardo Gandour.

Terra Magazine - O que aconteceu entre o jornal o Estado de S.Paulo e a colunista Maria Rita Kehl? 
Ricardo Gandour - O projeto original no caderno C2 + Música é de de ter ali, aos sábados, um espaço em torno da psicanálise. Um divã para os leitores. Mas esse não era o enfoque que ela vinha praticando e frequentemente conversávamos sobre isso.

Com você? 
Não comigo diretamente, mas com a editora do caderno. Assim iniciou-se com a autora uma discussão em torno de novos rumos para a coluna. Inclusive com o contrapropor da colunista.

Quando começou essa conversa?
Essa última conversa começou na última terça-feira, pela manhã. Ela chegou a contrapropor alguma coisa, tinha um diálogo rolando... Horas depois, houve um vazamento na internet que precipitou a decisão...

Mas vocês atribuem isso a ela?
Eu não sei, não posso afirmar. E estão dizendo na internet que houve censura...

...Na verdade, o que há na internet é uma entrevista com Maria Rita Kehl, onde ela diz: "Como é que um jornal que está, que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?"
Não houve censura, a coluna saiu integralmente, sem mexer em uma vírgula.

Mas houve consequências...
Tinha uma conversa em torno dos rumos daquele espaço. Estão dizendo que foi a coluna de sábado que causou isso, mas não foi, não. Era o foco daquele espaço que era outro. Claro que a coluna de sábado foi uma coluna forte...

Forte...
Dentro da questão de que não era esse o foco.

Então, a demissão não se deu pela opinião da Maria Rita e por posterior censura à ela?
Não é demissão... colunistas se revezam, cumprem ciclos. A Chris Mello saiu do jornal em agosto, o Mark Margolis entrou em outra seção. O jornal tem 92 colunistas, e esse ano saíram três e entraram três ou quatro. O que estava havendo aí era a simples gestão de uma coluna específica.

Desde...
Tinha um diálogo rolando e esse diálogo vazou e eu lamento que esteja havendo uma leitura histérica disso.

Talvez porque é um momento...
O momento é delicado, crítico, de eleições, mas abriu-se um diálogo que vazou e nós mantivemos a linha. O fenômeno da rede social é que uma conversa entre três pessoas passou a acontecer entre 3 mil pessoas, mas a verdade sobre esse fato é esta.

Bob Fernandes - Terra Magazine

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Estadão: "Delito de Opinião"?!!


Estou estarrecido:
Maria Rita Kehl declara ao Bob Fernandes do Terra Magazine: "Fui demitida (do Estadão) por um 'delito' de opinião" - clique aqui para íntegra da entrevista.
Mas o que está acontecendo com os jornais brasileiros? 
É o desespero da falência iminente destas companhias anacrônicas? 
Um mamute da velha mídia, do alto de toda sua conservadora e histórica defesa de independência e que estampa diariamente estar sob censura por ato jurídico, joga tudo fora. Alinha-se empresarial e politicamente a um candidato à presidência e (talvez, quem sabe) na defesa de sua coerência ética (?), não censura uma articulista que contraria a sua linha editorial tucanada - e portanto, sem independência e isenção antes adotada - simplesmente a demite, num claro recado: 
"Aqui é assim, se você quiser assado vá pra outra freguesia, meus empregados fazem o que mando, ideias contrárias às minhas não cabem em meu jornalismo na minha empresa de informação".
  
Nota: Nos anos 80 tive o prazer de trabalhar com o lado masculino da família Kehl (Sérgio, Luiz Augusto e José Renato). Infelizmente a Maria Rita conheci apenas "de vista" e em alguns pequenos encontros sociais, nada muito profundo, o que não influiu em nada em minha admiração e respeito pelo seu trabalho.

Wednesday, October 06, 2010

Mulheres... "APRENDÃO"(*)!

Este videozinho apresenta o que pode-se qualificar como sendo o primor da eficiência e uma pequena aula para as mulheres.

(*) que não conhece o meme pesquise no Google.

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Monday, October 04, 2010

Voto Distrital Misto? Nada disso... Megasena!

Quanto a forma de eleição legislativa eu tenho uma ideia antiga, pincelada por um colega de profissão há anos, e que de uma tacada só diminui absurdamente os custos diretos e indiretos do Congresso Nacional e também a quantidade de funcionários públicos federais, estaduais e municipais: 


A "eleição" de vereadores, deputados e senadores se daria por sorteio.


Isso mesmo! Sorteio. 

A pessoa tem mais de 24 anos (ou seja, deixou de ser infantilóide, é apenas infantil), possui instrução mínima de 2ª grau completo, declara IRPF? Parabéns!!! Ela pode ser uma dos sorteadas a representar nos próximos 5 anos seu distrito/cidade (vereador); para deputado a instrução mínima é de 3º grau (incompleto para estadual e completo para federal), para senador a pessoa tem que ter no mínimo 35 anos e 3º grau completo. 

O sorteado/representante nem precisaria sair de casa: receberia uma super workstation (com help desk, back-up e suporte on line 24/7) e um link com uma banda deste tamanhão, ó. 

Da Capital (da nação ou dos estados) ou das cidades, somente alguns funcionários públicos iriam organizar e providenciar as pautas e os textos (via internet) para o fiodamãe do sorteado representante legislativo fazer o que tem que fazer: votar ou elaborar leis para avaliação e aprovação, ou não, pelos seus pares. Sem sair de casa! 

Durante o período de prestação de serviço como representante dos cidadãos o ilustre sorteado receberia, do Estado, além da infraestrutura citada, um salário que seria exatamente o dobro daquele que recebia, comprovadamente, no dia do sorteio (obviamente este seria licenciado de seus afazeres profissionais sem remuneração durante seu cargo legislativo). Nos casos de ausência de renda a Lei do Sorteio irá definir um piso salarial para a legislatura exatamente igual ao menor salário existente no grupo de representantes sorteados; nos casos de empresário usar-se-á como valor-base o Pro-Labore ou Rendimentos de Participação, tudo de acordo com o IRPF. Não haverá suplência, apenas novo sorteio para substituição do cargo vago (morte ou renúncia) … Simples, não!?

E o que fazer com Brasília, com seus equipamentos funcionais e funcionários legislativos? Fácil! Vamos transformá-la numa Las Vegas.

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Sunday, October 03, 2010

Ressaca Democrática

Os votos estão sendo computados. Até Novembro define-se o que serão os próximos 4 anos no quesito alegoria poder. 

Até o fim desta olimpíada vamos fazer o seguinte? Até as próximas eleições a gente fica no pé dos fiadamãe que elegemos para deputado estadual, estadual federal, governador, senadores e presidente. E como? Elementar, basta encher a inbox com recadinhos, ideias, projectos e cobranças, não deixando ele esquecer, um dia sequer, que tem gente de olho nele… ou seja, vamos encher o saco de nosso querido representante! 

Ele não quis a porcaria do cargo de representante (legislativo) de nossas vontades? Pois então, agora aguenta a aporrinhação!

Vamos parar de ser genéricos e vamos para o atacado. Mirando bem na inbox do douto e preclaro representante, ele - ou o coitado do nepótico aspone encarregado de ler os emails - terá que se render à enxurrada de questionamentos e cobranças de posturas em votações e na análise de espinhosas questões da pauta da assembleia, câmara ou senado. 

Quanto aos eleitos para o executivo (governador e presidente) a coisa é um pouco mais difícil; eles não nos representam, eles gerenciam e executam o que determinam nossas leis aprovadas pelos nossos representantes (ou deviam, pois não?). Mas, apesar de serem distantes e sem inbox à vista, eles são muitos sensíveis a movimentos massivos e barulhentos, principalmente em meios como TV, jornal e revistas. 

Nesta seara - mass media - nós podasters e blogueiros - infelizmente - somos arraia miúda, grupinho esperneante de somenos importância, quando isolados , bem entendido… mas quando o efeito multiplicador dispara - aka viral - a "interwebs" chacoalha a velha mídia, pautando todas as editorias políticas.

Estando fora da máquina de poder, é isto que nos cabe como cidadãos. Se a cada eleição somos chamados para escolha deste ou daquele, no interregno bem que podemos infernizar fiscalizar e influenciar os escolhidos.

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Saturday, October 02, 2010

Caminhando, pra dizer que não falei das flores

Não deixa de ser uma recuperação histórica...

Muita água passou por baixo da ponte do velho "estado de exceção" desde que a canção Caminhando agitou centenas de milhares de telespectadores e uma imensa multidão no Maracanãzinho em 1968.

Ao fim daquele ano, em 13 de dezembro, o regime militar impõe o Ato Institucional nº 5, transformando de vez a vida do brasileiro em um arremedo de campo de concentração continental e transformando 68 em o Ano que Não Terminou.

Mas aqui - neste depoimento mais que importante para a compreensão do que foram os anos de chumbo (68-73) e o que eles conseguiram produzir em uma nação despreparada política e culturalmente - temos a clareza de um comprometimento vital e sanguíneo com suas convicções. Após 36 anos Geraldo Vandré (o oautor der Caminhando) fala publicamente sobre seu afastamento da vida artística.

Este é um documentário / entrevista de importância fundamental para avaliar o processo de desintegração sócio-político e cultural de um povo.

 

 

 

 

 

 

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