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Wednesday, August 29, 2007

Metropolis [010]

Bancos roubam... se bem que isso não é novidade, né?!

Ser despedido por falar a verdade também não é...

E foi justamente o que ocorreu com a jornalista Salete Lemos após botar a boca no trombone com respeito às nossas "perdas" (roubo mesmo! na cara dura) com o Plano Bresser (o Pereira) de 1987 .

Uma dica: clica PLANO BRESSER no Google e você vai ter um montão de informações a respeito.

Clica aí (duvido que você assista a TV Cultura de São Paulo):

Saturday, August 25, 2007

Shownotes detalhado


ArtPC_022_24ago07





...valor agregado ou perda de tempo?

Notas do podcast (ou shownotes, como preferir), uhm... algo que eu - na maioria das vezes que ouço um podcast no computador - vou olhar lmediatamente, já que o considero, por princípio, como um componente vital para um bom podcast.

Alguns podem questionar porque dou tanta importância assim p´ra este elemento do podcast, então deix´eu explicar:

  • É muito mais fácil, para todos, durante seu podcast você citar apenas o seu endereço referindo-se ao shownotes onde todas as URLs estão lá organizadinhas para o deleite do seu ouvinte-leitor.
  • Para aqueles que utilizam-se de músicas em seus podcasts, agradecem a existência do shownotes. Já pensou que tédio a gente ficar falando - e você escutando - o endereço URL, o e-mail, o Myspace, ou sei lá mais o que, após cada música?
  • O shownotes permite que você expanda um poucos mais, em palavras, aquilo que foi mencionado rapidamente no podcast ou, como vira-e-mexe ocorre comigo, mencionar algo esquecido durante a gravação.
  • Para os podcasts não-musicais o uso do shownotes é essencial para aprofundar as informações e apontar sites que as complementem.
No meu shownotes, ofereço além dos inevitáveis links para RSS e resumo do podcast, métodos de tagged, de download do mp3 e de reprodução em flash e pop-up. E mais! Um link direto (o Log Entry) cuja função é direcionar o visitante para meu blog pessoal onde eu coloco ao dispor da distinta freguesia - basicamente - um resumo do podcast e links complementares sobre os assuntos nele tratados, assim como informações sobre as músicas do podcast e do background.

Este meu método - de redirecionar para o blog pessoal - permite que os links de contato comigo (e-mail, voip, áudio record...), tags e serviços de podcasting e blogging estejam integrados.

O podcast complementa o blog e vice-versa.

Desta maneira, eu creio poder fornecer aquilo que um ouvinte necessita para se aprofundar no assunto em pauta e para os leitores do blog, uma forma de interagir com o podcasting.

Aqui cabe um parênteses: as tags ID3, informações associadas aos arquivos de áudio também são excelentes meios para transmitir informações complementares do podcast, mas isto é um outro assunto para um outro momento...

Às vezes me pego questionando se vale a pena todo este esforço.

Preparar a pauta, vasculhar informações na web e verificar se elas são confiáveis e coerentes... Dá um trabalhão compilar tudo isso, e com esmero editar, revisar e publicar, adicionando links e imagens. Os ouvintes realmente visitam o site e lêem as notas? Será que eles reconhecem nosso esforço e dedicação? Esta parafernália serve p´ra alguma coisa? Constantemente cogito em manter apenas o essencial, aquilo que consta do que é publicado no http://impressoes.vocepod.com.

Parece que os campeões de audiência do mundinho podcasting não estão nem aí p´ra esta questão, publicando apenas notinhas minimalistas... alguns já nem se dão ao trabalho de escrever algo sobre o seu próprio podcast, suas legiões de fãs fazem isso por eles... ai, ai, que inveja.

E porque esta cogitação de manter apenas a essência, algo bem paradoxal à minha afirmação de que o podcast completa o blog e vice-versa? Bem... por que eu não sou um blogueiro por essência... e na realidade nem sei se sou um podcaster.

Realmente, não tenho certeza se devo continuar elaborando minhas longas notas com valor agregado para ajudar meu podcast e blog, ou se direciono o tempo utilizado para as tarefas essencialmente de produção.

Essas minhas dúvidas, eu sei, afligem vários outros podcasters, que como eu sentem-se sem eira nem beira quando se trata da questão: o que meus ouvintes acham disso? Apesar de haver meios de se auferir a quantidade de downloads do arquvo mp3 e de acessos ao seu site, a quantidade real, o perfil, quem são de verdade seus ouvintes, são todas elas informações impossíveis de se conseguir apenas com ferramentas da internet. Você precisa que seus assinantes e ouvintes se apresentem e forneçam estas informações, e vamos e venhamos, isso é uma utopia. A gente pede, solicita, implora, até que algumas almas caridosas, condoídas com nosso desespero respondem e deixam um traço aqui, uma palavra acolá... e não tenho vergonha de dizer: graças-aos-deuses!!!

Não me compreenda mal - shownotes são, sim, vitalmente importantes para um podcast. Eu só não estou tão convicto - agora - que gastando um tempão para coletar, processar e editorar uma montanha de letras para fornecer mais informações valide o esforço despendido pelos podcasters deste mundão-de-meus-deuses.

O que você acha?!

Sérgio Vieira - autor deste artigo, por enquanto, não acha nada, ficou pendurado na brocha, não sabe se vai ou se volta com esta estória de shownotes... mas vai, sim, continuar produzindo o podcast.

http://impressoes.vocepod.com

idigitais@gmail.com

Wednesday, August 22, 2007

Febeapá [011]

O bagulho 'tá doido? O negócio 'tá feio? A vida 'tá do avesso?

Ora meu amigo, seus "poblema se acabaram"...

Graças aos hercúleos esforços dos correspondentes do FEBEAPÁ (FEstival de BEsteiras que Assola o PAís desde os meados de 1960 com o Sérgio - êita nome supimpa, sô! - Porto) aqui estão, ao seu dispor preclaro e dileto leitor, alguns exemplares - nominalmente declarados - do quesito "é a ignoranssa qui astravanca u porgréssio):

1º Antes de mais nada, você não pode e não deve ser mesquinho; assim, inicie a sua recuperação mundana auxiliando o caridoso e inigualável senhor CARLOS MAGALHÃES:

























2º Você pensa que só sua vida é uma merreca? Que não dá p'ra sair dessa? Olha só que exemplo de determinação e comprovação viva de que milagres acontecem. Mire-se no exemplo deste palmeirese, o ex-corinthiano LUIS CLÁUDIO:



















3º Por outro lado, se seu cãozinho escafedeu-se, você ainda tem recaídas e saudades do reduto e/ou do casino, ana necessitado de um pedicuro ou 'tá pensando seriamente em se converter ao judaísmo... Nem pense! Vá de PAI AMBRÓSIO:

























4º Mas, se nada disso ajudar o caro consulente, busque o auxílio infalível da "garrafada", que com certeza, PRA alguma coisa ela vai funcionar... Basta procurar o JOSE FLAVIANO COSTA, olha o endereço aí:

Tuesday, August 21, 2007

Metropolis [009]

Grooving, reforma e "maquiagem", ANAC, sobre-peso de combustível, super-lotação, Infraero, falha mecânica, reverso, falha humana, regra, aviso, pista curta e molhadinha... o scambáu!!!

Para aqueles que dizem que Congonhas deve ser desativado por estar completamente encravado em área urbana, eu apresento a seguir algo p'ra lá de LAX (quem sabe, sabe, quem não sabe, clica no Google), este é a pista principal de pouso do Aeroporto Internacional de Gibraltar (p'ra quem não sabe onde é isso... ô saco... clica no Google):

foto 1: note que há semáforo (ou seja, "Pára! Vai passar um Boeing a 400 km/h...")










foto 2: note que a avenida é em aclive... para os paulistas que divertiam-se em 1970 com a roleta paulista, esta avenida de Gilbratar é o que há!

I Dig it 036

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais em sua trigésima-sexta edição - versão Compacto Duplo.


LADO A: Para Lennon e McCartney - Elis Regina (Milton Nascimento)

Por que vocês não sabem do lixo ocidental?
Não precisam mais temer
Não precisam da solidão
Todo dia é dia de viver
Por que você não verá meu lado ocidental?
Não precisa medo não
Não precisa da timidez
Todo dia é dia de viver
Eu sou da América do Sul
Eu sei, vocês não vão saber
Mas agora sou cowboy
Sou do ouro, eu sou vocês
Sou do mundo, sou Minas Gerais
Por que vocês não sabem do lixo ocidental?
Não precisam mais temer
Não precisam da solidão
Todo dia é dia de viver
Eu sou da América do Sul
Eu sei, vocês não vão saber
Mas agora sou cowboy
Sou do ouro, eu sou vocês



INTRO: Hoje é o dia do CANSEI !!! Campanha meio torta capitaneada pela OABSP - o que já meida com a pulga atrás da orelha - pois, além dessa turma possuir alguns representantes muuuuito ativos no leva-e-trás da corrupção institucional e endêmica brasileira, eles pedem que faça-se SILÊNCIO, quando mais é necessário botar-se a boca no trombone, e se propor novas políticas e soluções para nossas mazelas... Parece coisa orquestrada pela dupla política muda-e-surda PSDB-Democratas.

Deixemos estas ações inócuas (minuto de silêncio e meus resmungos) p´ra lá. Quem merece minuto de silêncio em nossa cultura é defunto - e no mote lembre-se do Elvis (Uá babiluba uá bem bum) Presley.


HOMO SAPIENS: É necessário reacender lembranças bem mais edificantes e dignas àquelas que normalmente eu reproduzo aqui como exemplos de leviandade desta classe tão maltratada por mim - a classe dos advogados. Assim hoje falo das Arcadas de São Francisco.. Não, não se trata de uma matéria científica, arqueológica ou buco-maxilar, muito menos sobre algum relicário ou algo estritamente ligado ao catolicismo... as arcadas aqui são elementos construtivos do ex-convento de São Francisco da cidade de São Paulo, do século 17, transformado em academia de direito por obra e arte de D. Pedro I, em 11 de agosto 1827, e berço do liberalismo brasileiro graças as idéias e ideais de seus estudantes ao longo dos anos.

Após a declaração da independência, tornou-se necessária a criação de uma universidade brasileira (só concretizada em 1920) para atender as necessidades de formação de quadros para administrar o aparelho do Estado e dirigir a jovem nação. Asim foi instituída a lei que estabeleceu a criação de 2 cursos de ciências juridicas e sociais, um em São Paulo e outro em Olinda.

Dois fatos políticos marcaram os primeiros anos da vida acadêmica paulistana: o assassinato de Líbero Badaró e a abdicação de D. Pedro I.

O italiano Giovanni Battista Badaró - de apelido de Líbero - formado em medicina pelas universidades de Turim e Pavia dava aulas preparatórias aos candidatos ao ingresso na faculdade, e foi fundador do jornal Observador Constitucional, Badaró atacava duramente os absolutistas. Badaró sofreu um atendado e antes de morrer proferiu a frase que o transformou em lenda: morre um liberal, mas não morre a liberdade... Ironicamente e por outras razões bem diferentes dos esbravejos jornalísticos de Badaró, poucos meses depois, em 7 de abril de 1831, D. Pedro I abdicava. A rua Nova de São José em que morava o jornalista e onde ocorreu a emboscada que o vitimou passou a ser a atual rua Líbero Badaró, bem no centro da capital paulista.

O sucessor de Badaró na difusão das idéias liberais entre os estudantes - e por meio deles em todo o Brasil - foi Johan Julius Gottfried Ludwig Frank, alemão de sólida formação cultural foi indicado, em 1833, para dar aulas de história e geografia no “curral dos bichos” - como os alunos chamavam o curso preparatório. Frank acabou transmitindo muito mais que matérias curriculares aos garotos, ensinou-os a se organizarem nos moldes das sociedades de jovens - as Burschenschaft, abrasileirado para A Bucha - cuja principal função é prover assistência material aos estudantes necessitados e noum segundo estágio uma confraria política. Julius Frank, protestante, quando morreu em 1841 causou um certo embaraçp. Onde enterrá-lo? Só havia cemitérios católicos... Os estudantes conseguiram resolver a questão: Frank está enterrado no pátio da escola sob um obelisco de 4 metros.

A comunidade estudantil com vários moradores em uma única residência, tanto para combater a falta de moradias de aluguel como para economizar, foi apelidada de “república”, formalizando a hostilidade à monarquia vigente.

A existência da academia arrancou a modorrenta e insonsa São Paulo do torpor colonial. Até 1930, quando foi inaugurada a Universidade de São Paulo, a qual contribuiu, juntamente com a Revolução de 1930, para o esvaziamento da Bucha, a Academia foi uma das poucas opções de formação da intelectualidade brasileira.

Em 1930 sob a comoção do assassinato de João Pessoa e às vésperas da revolução que levaria Getúlio ao poder, os estudantes enfrentam a polícia com discursos e comícios. Mesmo a vitória de Vargas não conseguiu paralisar a República do Bacharéis, em 1932, a Academia voltava à carga, sediando o quartel-general do MMDC, o movimento cívico-militar que mobilizou o estado e cujo nome foi criado pelas iniciais de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, jovens mortos em confronto com os getulistas na praça da república, meses antes da Revolução Constitucionalista deflagrada em 9 de julho por São Paulo.

Em 1964, tanto professores como alunos se dividiram profundamente... até o retorno da democracia em 1988, arduamente defendida desde a famosa Carta aos Brasileiros lida pelo prof. Goffredo da SIlva Telles Jr na Tribuna Livre do Largo de São Francisco, em 1977, exigindo em desafio ao poder ditatorial o Estado de Direito Já.

Hoje em dia ainda resistem duas antigas tradições acadêmicas: A singela trova cantada em coro ao final da refeição o conhecido "Pendura do XI de Agosto":

Garçom, tire a conta da mesa
e ponha um sorriso no rosto
Seria muita avareza
cobrar no 11 de agosto


E a passeata político-circense-carnavalesco-etílica, conhecida como Peruada, que se realiza pelas ruas do centro de SP no mês de outubro. Seu nome deriva do hábito caipira de embebedar - com pinga - os perus, antes de matá-los. E sabe qual é o lema da Peruada? Só podia ser um aforismo latino (advogado não tem jeito): RIDENDO CASTIGAT MORES (na pronúncia da última flor do lácio: O riso corrige os costumes).


LADO B: Milagre dos Peixes (Milton Nascimento)

Eu vejo esses peixes e vou de coração
Eu vejo essas matas e vou de coração à natureza
Telas falam colorido de crianças coloridas
De um gênio televisor
E no ardor de nossos novos santos
O sinal de velhos tempos
Morte, morte, morte ao amor
Eles não falam do mar e dos peixes
Nem deixam ver a moça, pura canção
Nem ver nascer a flor, nem ver nascer o sol
E eu apenas sou um a mais, um a mais
A falar dessa dor, a nossa dor
Desenhando nessas pedras
Tenho em mim todas as cores
Quando falo coisas reais
E no silêncio dessa natureza
Eu que amo meus amigos
Livre, quero poder dizer
Eu vejo esses peixes e dou de coração



BACKGROUND: Mood Indigo, Sophisticated Lady, Misterioso (Thelonious Monk), My Favorite Things (Dave Brubeck Quartet) e Tutti Frtti (Elvis Presley).

Wednesday, August 08, 2007

I Dig it 035

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais Full, edição nº 35 de 27 de julho do ano gregoriano de 2007.

Money, Money - Liza Minelli e Joel Grey (Cabaret)

Money makes the world go around,
the world go around, the world go around,
Money makes the world go around,
it makes the world go round.
A mark, a yen, a buck or a pound,
a buck or a pound, a buck or a pound,
Is all that makes the world go around,
that clinking clanking sound,
Can make the world go round.
(money, money ...)
If you happen to be rich, and you feel like a night's entertainment,
You can pay for a gay escapade.
If you happen to be rich, and alone and you need a companion,
You can ring ting-a-ling for the maid.
If you happen to be rich and you find you are left by your lover,
Tho you moan and you groan quite a lot,
You can take it on the chin,
call a cab and begin to recover on your fourteen carat yacht.
(what?)
Money makes the world go around,
the world go around, the world go around,
Money makes the world go around,
of that we both are sure.
(Raspberry) On being poor,
(money, money ...)
When you haven't any coal in the stove and you freeze in the winter
And you curse to the wind at your fate.
When you haven't any shoes on your feet and your coat's thin as paper
And you look thirty pounds underweight,
When you go to get a word of advice from the fat little pastor,
he will tell you to love evermore.
But when hunger comes to rap, rat-a-tat, rat-a-tat, at the window
See how love flies out the door.
For money makes the world go around, the world go around,
the world go around.
Money makes the world go around,
the clinking, clanking sound
of Money, money, money, money,
Money, money, money, money,
Get a little, get a little,
Money, money, money, money,
Mark, a yen, a buck or a pound,
That clinking, clanking clunking sound
is all that makes the world go round,
It makes the world go round.


INTRO - A imprensa - como tudo nesta vida como políticos e oportunistas - possui seu lado negro (alguns chamam de marrom numa associação um tanto escatológica), mas o que se destaca mesmo é a estupidez (proposital ou não) no trato de nossa realidade tabajara...

Eu, entre incerto e pasmo, recolhido ao meu pequeno habitáculo pragmático só posso afirmar - frente à essa constatação - com toda a convicção do mundo, que tudo, mas tudo mesmo não passa de uma réles questão de partilha malfadada de cifrões... Lembre-se o que faz o mundo girar não são as forças gravitacionais e sim, como muito bem afirmou Nelson Piquet há algus anos atrás quando questionado sobre o que o fazia pilotar um fórmula um ele respondeu na bucha: "grana, é a grana".

OMDTM - A internet é fantástica, né?! Alguns acham que não... Para estes, a melhor solução para os problemas (atuais e futuros) da Internet é projetá-la do zero. Isso mesmo! Começar tudo de novo…

O governo estado-unidense, através da National Science Foundation, está desenvolvendo desde 2005 um ambiente inovador destinado puramente à pesquisa, chamado Global Environment for Network Innovations – GENI que permitirá aos desenvolvedores construir, aplicar e experimentar projetos e capacidades inovadoras para a criação da Internet do século 21. O GENI não é a próxima Internet, ele é apenas um ambiente de pesquisa de onde pode surgir uma nova Internet e outras tecnologias de comunicação, ou seja, os EUA acabaram de criar definitivamente – ao menos para os próximos 50 ou 100 anos – uma verdadeira mina de ouro.

OPDSM - Os Pensamentos do seu Milton, o guru do méier:

"Os teóricos do laissez-faire continuam ativos na esperança de que a lei da oferta e da procura (a oferta sempre controlada pelos poderosos - a procura sendo apenas uma conseqüência desse interesse) continue a engordá-los, ou a pagar o regime de emagrecimento de suas belas mulheres. Mas é fácil calar os que afirmam que a economia é um assunto particular entre produtores e consumidores perguntando-lhes se o assassinato também é um affair particular entre assassino e assassinado." - Diálogo com Ivan Lessa diante de um programa de televisão em cores, em 1972.

CNR - Eu não consigo resistir e me arrisco a perder alguns assinantes... Sublimando todos os conceitos musicais e com um destemor interpretativo apavorante, a incrível Sonia Rocha nos brinda com uma homenagem (?!!) aos roqueiros verde-amarelos. Faça o downbload deste Impressões Digitais e confira a canção Tributo aos Roqueiros.

(CNR complemento) - Consegui um áudio institucional de 1970, sobre o Programa de Saneamento da Grande São Paulo, espécimen representativo daquilo que chamo de maniqueísmo político-administrativo na sanha arrecadadora. Pois, em um país em que covardia explícita é acolhida como prudência, falsidade é aplaudida como habilidade política, escapismo fiscal é considerado esperteza, e mentira deslavada é considerada ato falho... nada como um reclame estatal que enaltece as boas intenções de mais uma taxa.

EAIQAUP - Nada pior que amplificar-se ao extremo a comoção causada por um desastre onde - de uma só vez - quase duzentas vidas são ceifadas para embasar comentários sócio-políticos (ambos partidários).

Eu sei, eu sei... ninguém agüenta mais ouvir falar de Airbus, Congonhas, TAM... mas meu lado gaiato observando nossa estrutura jurídica, legislativa, executiva, as atitudes de órgãos como ANAC, Infraero, companhias aéreas remanescentes das tramóias dos anos 90 e, principalmente, a fala de alguns decisores destas entidades, fica patente p´ra mim que as reuniões entre estes próceres da eficácia e eficiência poltica-administrativa são como o diálogo abaixo:

Who’s On First
By Abbott and Costello

Abbott: Well Costello, I'm going to New York with you. The Yankee's manager gave me a job as coach for as long as your on the team.
Costello: Look Abbott, if your the coach, you must know all the players.
Abbott: I certainly do.
Costello: Well you know I've never met the guys. So you'll have to tell me their names, and then I'll know who's playing on the team.
Abbott: Oh, I'll tell you their names, but you know it seems to me they give these ball players now-a-days very peculiar names.
Costello: You mean funny names?
Abbott: Strange names, pet names...like Dizzy Dean...
Costello: His brother Daffy
Abbott: Daffy Dean...
Costello: And their French cousin.
Abbott: French?
Costello: Goofe'
Abbott: Goofe' Dean. Well, let's see, we have on the bags, Who's on first, What's on second, I Don't Know is on third...
Costello: That's what I want to find out.
Abbott: I say Who's on first, What's on second, I Don't Know's on third.
Costello: Are you the manager?
Abbott: Yes.
Costello: You gonna be the coach too?
Abbott: Yes.
Costello: And you don't know the fellows' names.
Abbott: Well I should.
Costello: Well then who's on first?
Abbott: Yes.
Costello: I mean the fellow's name.
Abbott: Who.
Costello: The guy on first.
Abbott: Who.
Costello: The first baseman.
Abbott: Who.
Costello: The guy playing...
Abbott: Who is on first!
Costello: I'm asking you who's on first.
Abbott: That's the man's name.
Costello: That's who's name?
Abbott: Yes.
Costello: Well go ahead and tell me.
Abbott: That's it.
Costello: That's who?
Abbott: Yes.
...
Costello: Look, you gotta first baseman?
Abbott: Certainly.
Costello: Who's playing first?
Abbott: That's right.
Costello: When you pay off the first baseman every month, who gets the money?
Abbott: Every dollar of it.
Costello: All I'm trying to find out is the fellow's name on first base.
Abbott: Who.
Costello: The guy that gets...
Abbott: That's it.
Costello: Who gets the money...
Abbott: He does, every dollar of it. Sometimes his wife comes down and collects it.
Costello: Who's wife?
Abbott: Yes.
...
Abbott: What's wrong with that?
Costello: Look, all I wanna know is when you sign up the first baseman, how does he sign his name?
Abbott: Who.
Costello: The guy.
Abbott: Who.
Costello: How does he sign...
Abbott: That's how he signs it.
Costello: Who?
Abbott: Yes.
...
Costello: All I'm trying to find out is what's the guys name on first base.
Abbott: No. What is on second base.
Costello: I'm not asking you who's on second.
Abbott: Who's on first.
Costello: One base at a time!
Abbott: Well, don't change the players around.
Costello: I'm not changing nobody!
Abbott: Take it easy, buddy.
Costello: I'm only asking you, who's the guy on first base?
Abbott: That's right.
Costello: Ok.
Abbott: Alright.
...
Costello: What's the guy's name on first base?
Abbott: No. What is on second.
Costello: I'm not asking you who's on second.
Abbott: Who's on first.
Costello: I don't know.
Abbott: He's on third, we're not talking about him.
Costello: Now how did I get on third base?
Abbott: Why you mentioned his name.
Costello: If I mentioned the third baseman's name, who did I say is playing third?
Abbott: No. Who's playing first.
Costello: What's on base?
Abbott: What's on second.
Costello: I don't know.
Abbott: He's on third.
Costello: There I go, back on third again!
...
Costello: Would you just stay on third base and don't go off it.
Abbott: Alright, what do you want to know?
Costello: Now who's playing third base?
Abbott: Why do you insist on putting Who on third base?
Costello: What am I putting on third.
Abbott: No. What is on second.
Costello: You don't want who on second?
Abbott: Who is on first.
Costello: I don't know.
Together: Third base!
...
Costello: Look, you gotta outfield?
Abbott: Sure.
Costello: The left fielder's name?
Abbott: Why.
Costello: I just thought I'd ask you.
Abbott: Well, I just thought I'd tell ya.
Costello: Then tell me who's playing left field.
Abbott: Who's playing first.
Costello: I'm not...stay out of the infield!!! I want to know what's the guy's name in left field?
Abbott: No, What is on second.
Costello: I'm not asking you who's on second.
Abbott: Who's on first!
Costello: I don't know.
Together: Third base!
...
Costello: The left fielder's name?
Abbott: Why.
Costello: Because!
Abbott: Oh, he's center field.
...
Costello: Look, You gotta pitcher on this team?
Abbott: Sure.
Costello: The pitcher's name?
Abbott: Tomorrow.
Costello: You don't want to tell me today?
Abbott: I'm telling you now.
Costello: Then go ahead.
Abbott: Tomorrow!
Costello: What time?
Abbott: What time what?
Costello: What time tomorrow are you gonna tell me who's pitching?
Abbott: Now listen. Who is not pitching.
Costello: I'll break your arm if you say who's on first!!! I want to know what's the pitcher's name?
Abbott: What's on second.
Costello: I don't know.
Together: Third base!
...
Costello: Gotta a catcher?
Abbott: Certainly.
Costello: The catcher's name?
Abbott: Today.
Costello: Today, and tomorrow's pitching.
Abbott: Now you've got it.
Costello: All we got is a couple of days on the team.
...
Costello: You know I'm a catcher too.
Abbott: So they tell me.
Costello: I get behind the plate to do some fancy catching, Tomorrow's pitching on my team and a heavy hitter gets up. Now the heavy hitter bunts the ball. When he bunts the ball, me, being a good catcher, I'm gonna throw the guy out at first. So I pick up the ball and throw it to who?
Abbott: Now that's the first thing you've said right.
Costello: I don't even know what I'm talking about!
...
Abbott: That's all you have to do.
Costello: Is to throw the ball to first base.
Abbott: Yes!
Costello: Now who's got it?
Abbott: Naturally.
...
Costello: Look, if I throw the ball to first base, somebody's gotta get it. Now who has it?
Abbott: Naturally.
Costello: Who?
Abbott: Naturally.
Costello: Naturally?
Abbott: Naturally.
Costello: So I pick up the ball and I throw it to Naturally.
Abbott: No! You don't you throw the ball to Who.
Costello: Naturally.
Abbott: That's different.
Costello: That's what I said.
Abbott: Your not saying it...
Costello: I throw the ball to Naturally.
Abbott: You throw it to Who.
Costello: Naturally.
Abbott: That's it.
Costello: That's what I said!
Abbott: You ask me.
Costello: I throw the ball to who?
Abbott: Naturally.
Costello: Now you ask me.
Abbott: You throw the ball to Who?
Costello: Naturally.
Abbott: That's it.
Costello: Same as you! Same as YOU!!! I throw the ball to who. Whoever it is drops the ball and the guy runs to second. Who picks up the ball and throws it to What. What throws it to I Don't Know. I Don't Know throws it back to Tomorrow, Triple play. Another guy gets up and hits a long fly ball to Because. Why? I don't know! He's on third and I don't give a darn!
Abbott: What?
Costello: I said I don't give a darn!
Abbott: Oh, that's our shortstop.
THE END


Antropofagicamente, nossa sociedade aparentemente urbanóide e pós-moderna, mas ainda ingênua e sertaneja tal qual um macunaíma relaxou e foi gozosamente arrastada pelo eterno mito de uma Yara plenipotenciária e burocrática para as profundezas de um afogante rio de marasmo e inanição...

Poesia numa hora dessas? - de Sérgio (êita nome supimpa, sô!) Porto - também conhecido como Stanislaw Ponte Preta ou Laulau
Para completar a imagem que faço de toda esta barafunda sociológica, lanço mão do poema que sustenta o mais espetacular samba-enredo da história musical brasileira, pois ele resume o que nós somos, histórica e metafisicamente falando, em alguns crus e satânicos versos.

Samba do Crioulo Doido (Sergio Porto - vulgo Stanislaw Ponte Preta, 1968)

Foi em Diamantina,
Onde nasceu JK,
Que a princesa Leopoldina,
Arresolveu se casá,
Mas Chica da Silva,
Tinha outros pretendentes,
E obrigou a princesa,
A se casar com Tiradentes,
Lá iá lá iá lá ia,
O bode que deu vou te contar,
Lá iá lá iá lá iá,
O bode que deu vou te contar,
Joaquim José,
Que também é,
Da Silva Xavier,
Queria ser dono do mundo,
E se elegeu Pedro II,
Das estradas de Minas,
Seguiu pra São Paulo,
E falou com Anchieta,
O vigário dos índios,
Aliou-se a Dom Pedro,
E acabou com a falseta,
Da união deles dois,
Ficou resolvida a questão,
E foi proclamada a escravidão,
E foi proclamada a escravidão,
Assim se conta essa história,
Que é dos dois a maior glória,
Dona Leopoldina virou trem,
E Dom Pedro, é uma estação também...
O, ô , ô, ô, ô, ô,
O trem tá atrasado ou já passou,
O, ô , ô, ô, ô, ô,
O trem tá atrasado ou já passou...


No rescaldo desta bagunça política-administrativa detonada pela explosão do Airbus em Congonhas em 17 de julho, ainda fumegantes, pode-se retirar - além da dor, do luto e da solidariedade para com as famílias que perderam os seus - algumas lições valiosas:

1. Há capacidade técnica e organizada, sim, aqui em Sampa para combater um incêndio de grandes proporções e para análise médica legal;
2. As companhias aéreas e entidades relacionadas à gestão de suas atividades possuem padrão muito aquém do incompetente para questões emergenciais, pois comprovaram-se inexistentes;
3. O Governador de São Paulo ´tá louquinho para demonstrar publicamente sua fictícia capacidade de liderança, visando as próximas eleições.
4. A imprensa brasileira demonstrou, de forma crua e nua seu viés tendencioso e apaixonado... julgando e acusando todos e qualquer um à revelia de comprovação factual. O mais interessante, foi que ninguém disse nada sobre as pressões e manipulações do duopólio TAM-GOL e das relações esquisitas entre estes e os silentes deputados e senadores... que ajoelhados ainda agradecem a burrice jornalística.
5. Vários políticos não deveriam abrir a boca. Desastrosamente falaram o que quiseram e desde então desapareceram, sumiram, tão na muda... Na maioria para não perder a chance de manter as benesses, outros para serem relaxadamente esquecidos... Outros menos votados, ou melhor nem votados, simples aspone-mor e aspones de aspones apenas, utilizaram linguagem de surdo-mudo e, agora, nem abrindo a boca conseguem se safar do enterro político.
6. A capacidade técnica da aeronáutica precisa, urgentemente, ser atualizada. Ela deve abandonar o uso do francês imprescindível para estudo dos manuais do 14-bis e passar a utilizar a língua inglesa para conseguir distinguir uma caixa-preta (que é laranja e possui escrito em sua parte externa a frase "Fly Recorder - Do Not Open") de um pedaço de painel plástico calcinado.
7. Nada como pegar a classe média-alta no contra-pé do conforto isolado pelo alto valor monetário para haver uma barulheira dos infernos nos status quo políticos e jornalísticos...
8. No último feriado prolongado de 3 dias, nas estradas brasileiras morreram um Airbus da TAM e meio e ficaram feridas mais de 3 Airbus da TAM, e eu não vi nenhum repórter de TV apoplético, espumando; ninguém esganiçadamente pedindo, no parlatório, a cabeça de algum ministro; a imprensa deve ter colocado uma notinha de 3 linhas... Não vi nenhuma manifestação de familiares e amigos das vítimas nos pedágios...
9. E, finalmente, porém não exaurindo o tema, não pode-se esquecer as nossas valorosas companhias aéreas. Elas comprovaram a existência de um novo modelo de negócio e serviços: o fuck-yourself.

Como a vida se fia pelo constante aprendizado da única coisa inevitável de seu desenrolar, ou seja, a morte, minha sensível visão - um tanto gaiata e pragmática - se arrisca a uma homenagem a todas as vítimas - falecidas ou não - do vôo TAM JJ 3054.

Volare - Dean Martin

Volare, oh oh
Cantare, oh oh oh oh
Let's fly way up to the clouds
Away from the maddening crowds
We can sing in the glow of a star that I know of
Where lovers enjoy peace of mind
Let us leave the confusion and all disillusion behind
Just like bird of a feather, a rainbow together we'll find
Volare, oh oh
E cantare, oh oh oh oh
No wonder my happy heart sings
Your love has given me wings
Penso che un sogno cosi non ritorni mai piu
Mi dipingevo le mani e la faccia di blu
Poi d'improvviso venivo dal vento rapito
E incominciavo a volare nel cielo infinito
Volare, oh oh
E cantare, oh oh oh oh
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassu
E volavo, volavo felice piu in alto del sole ed ancora piu su
Mentre il mondo pian piano spariva lontano laggiu
Una musica dolce suonava soltanto per me
Volare, oh oh
E cantare, oh oh oh oh
No wonder my happy heart sings
Your love has given me wings
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassu


DDBC - Em toda mudança algo se ganha, algo se perde... e as coisas ficam uma pouco bagunçadas até se ajeitarem novamente. A página do Impressões Digitais agora é gerida pelo WordPress... minhas sinceras desculpas pelo transtorno. Se alguém tiver algum problema ainda manda um email para idigitais@gmail.com

A campanha cidadã Congresso 2010 continua a mil: Não deixe seu representante esquecê-lo, envie idéias, sugestões, palpites...
ATÉ AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, ENCHA O SACO DE SEU REPRESENTANTE!

Música do I Dig - Só p´ra encerrar este podcast sobre essa irônica e generalizada geléia sócio-cultural globalizada.

Money - Pink Floyd (The Dark Side of the Moon)

Money, get away.
Get a good job with good pay and you´re okay.
Money, its a gas.
Grab that cash with both hands and make a stash.
New car, caviar, four star daydream,
Think I´ll buy me a football team.
Money, get back.
I´m all right jack keep your hands off of my stack.
Money, its a hit.
Don´t give me that do goody good bullshit.
I´m in the high-fidelity first class traveling set
And I think I need a lear jet.
Money, its a crime.
Share it fairly but don´t take a slice of my pie.
Money, so they say
Is the root of all evil today.
But if you ask for a raise it´s no surprise that they´re
Giving none away.

Huhuh! I was in the right!
Yes, absolutely in the right!
I certainly was in the right!
You was definitely in the right. that geezer was cruising for a
Bruising!
Yeah!
Why does anyone do anything?
I don´t know, I was really drunk at the time!
I was just telling him, he couldn´t get into number 2, he was asking
Why he wasnt coming up on freely, after I was yelling and
Screaming and telling him why he wasn´t coming up on freely.
It came as a heavy blow, but we sorted the matter out


BackGround - Rhapsody on a Theme of Paganini (Sergei - êita nome supimpa, sô - Rachmaninoff); e Concerto #1, Romeo and Juliet Love Theme, Swan Lake (Pyotr Ilyich Tchaikovsky)

Saturday, August 04, 2007

O Poder do Feed RSS


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... e como usá-lo para conseguir mais assinantes para seu podcast.

Muitos podcasters usam sites, tais como, WordPress e Blogger para hospedarem e/ou gerenciarem suas páginas e seus podcasts. Estes serviços típicos da Web 2.0 oferecem uma gama enorme de ferramentas gratuitas, porém, garanto, que a mais ignorada destas ferramentas é - por incrível que pareça! - a mais poderosa: seu Realy Simple Syndication Feed, ou seja o famoso, RSS.

Termos estes que causam certo mal estar, ou melhor, confundem um pouco tanto aqueles que dominam a língua de Sheakespeare como os descendentes de Araribóia, pois "feed" significa fornecer, distribuir (além de alimentar, claro!) e "syndication", além de significar publicar, distribuir, assinatura (no sentido de inscrição) pode significar também vender ou pagamento de uma cota... ou seja, esta maldita língua isolante e simplificada ao extremo, que é o inglês, nivela todos em um patamar rés-do-chão e acaba causando uma confusão conteudística p´ra lá
de incompreensível.

RSS Feed poderia ser traduzido em algo como Fornecedor de Distribuição Realmente Simples. Mas vamos deixar p´ros lingüistas e filólogos de plantão a árdua tarefa de achar ou inventar uma tradução adequada para isso tudo...

Sei não... pensando bem creio ser melhor fazerem como nossos antepassados resolveram a questão com a palavra indicativa do esporte bretão - foot ball - ninguém conseguiu assimilar ou mesmo pronunciar e escrever cotidianamente algo tão esdrúxulo como "ludopédio", então ficou futebol mesmo e ponto final.

É muito simples e fácil usar o seu RSS para ampliar a sua base de ouvintes / assinantes, e se você fizer isto direito, prepare-se para uma exposição mais ampla de seu podcast, o que pode acarretar além de uma caixa de email transbordante, em patrocinadores, recompensando, assim, seu esforço até então, benemérito e auto-sustentado.

Mas porque seu Fedd RSS é a ferramenta mais poderosa nesta estratégica mercadológica que você vai implementar? Simples, ó incauto! Por que ela - quase que num passe de mágica - atualiza as suas publicações em todo e qualquer site em que seu RSS esteja colocado, sem que você tenha que aporrinhar os "picuá" do webmaster.

Presta´tenção! Eu não estou tratando de assinantes e usuários que utilizam os agregadores (iTunes, Juice, etc.)...

Vamos supor que você solicite a 20 graaaandes amigos para colocar nas suas próprias páginas, o endereço web de seu podcast. Pois bem, o máximo que você conseguiu foi uma chamada estática para sua página, o que - lamento - vai apenas possibilitar a um intrigado e muito curioso navegante a ação de acessar seu endereço e pacientemente vasculhar por lá até achar o seu feed RSS, clicar no link iTunes (se você tiver uma assinatura na ITS), ou copiar o endereço do seu Feed RSS para colar no agregador.

Isso, além de complicado, dá um bruta trabalhão para o navegante, né?! E não precisa ser um especialista em marketing para sacar que o produto - por melhor que seja - está fadado ao fracasso por absoluta inexistência de divulgação.

Agora suponha que você solicite a publicação do endereço do RSS ao invés do endereçp do seu site. Percebeu o ganho implícito nesta simples mudança?

Há algum tempo atrás somente alguns sites e poucas aplicações possuiam a capacidade de entender os feeds RSS, e esta minha proposição era considerada - muito apropriadamente - totalmente estúpida. Hoje - ora veja! - até o Outlook 2007 entende RSS! Sem contar os inúmeros "podcatchers", os serviços gratuitos de catalogação de podcasts (basta inscrever seu RSS nestes serviços para que seu podcast seja mais amplamente distribuido e, claro, atualizado automaticamente.

É claro e cristalino que a divulgação do endereço indicando o arquivo xml (ou php, mas isto é outra história - vamos em frente) de seu podcast (o feed RSS) é tão importante quanto a divulgação de seu web site ou blog. Então siga as recomendações básicas abaixo para ampliar a exposição de seu podcast:

  • Descubra o endereço do feed RSS do seu blog no Wordpress, Blogger, etc. Alguns serviços não informam automaticamente este endereço, assim trate de vasculhar.

  • Clique neste link - você vai ver o endereço web do feed RSS na barra do browser. Copie o endereço e adicione aos "favoritos" , assim você pode ir direto para seu RSS quando for distribuí-lo para outros sites.

  • Divulge este endereço para outros proprietários de páginas. Peça para eles implantarem o link para seu Feed RSS, não para seu web site.

  • Adicione tantos serviços de catalogação de RSS quanto você possa em sua página web (quanto mais melhor). Isto vai permitir àqueles que assinam tais serviços saibam que podem assinar seu podcast. Lembre-se facilite a vida do usuário!


Agora, p´ra você tornar seu RSS mais eficaz, siga estas sugestões:

  1. Troque Feeds RSS com outros podcasters. Toma-lá-dá-cá. Eles publicam o seu e você publica os deles. Entendeu?

  2. Procure um site que não possua vínculo com podcast, mas que trate de assuntos correlatos ao seu podcast e, rapidinho, solicite ao webmaster para colocar um link para seu Feed RSS.

  3. Junte-se a uma comunidade de podcasters, e pelo-amor-dos-deuses, seja participativo.

  4. Utilize as capacidades da linguagem XML para adicionar mais informações ao Feed.

  5. Associe-se a tantos quantos diretórios de podcasts (serviços de catalogação) for possível.

  6. Não tenha receio de divulgar seu RSS, coloque-o na assinatura do seu email e até em seu cartão.

  7. Coloque o logo laranja - símbolo do RSS - no seu site, blog, email, com o link dirigido para seu RSS.

  8. Aprenda como rastrear seu RSS - dar um "ping" - nos sites da web. Uma dica: digite "blog ping service" em qualquer buscador, e voilà!

  9. Ahn.. uma sugestão final e óbvia: ao seu Feed RSS deixe associada uma frase do tipo "Assine meu Podcast. É grátis!"


Espero que eu o tenha convecido do valor do Feed RSS como ferramenta de divulgação, além de seu papel de excelente gestor automático de distribuição.


Sérgio Vieira - autor deste artigo, como um podcaster zeloso e seguidor de suas próprias sugestões, informa que o sseus endereços RSSs são: (Podcast) http//feeds.feedburner.com/ImpressoesDigitais ou (Blog) http://feeds.feedburner.com/BlogDoSergio
http://impressoes.vocepod.com
idigitais@gmail.com