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Sunday, April 15, 2007

I Dig it 031 - Full

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais - edição nº 31, em sua versão Full,


Thick As A Brick - Part 1 (Jethro Tull)


Really don't mind if you sit this one out.
My words but a whisper your deafness a SHOUT.
I may make you feel but I can't make you think.
Your sperm's in the gutter your love's in the sink.
So you ride yourselves over the fields and
you make all your animal deals and
your wise men don't know how it feels to be thick as a brick.

And the sand-castle virtues are all swept away
in the tidal destruction the moral melee.
The elastic retreat rings the close of play
as the last wave uncovers the newfangled way.
But your new shoes are worn at the heels
and your suntan does rapidly peel
and your wise men don't know how it feels
to be thick as a brick.

And the love that I feel is so far away:
I'm a bad dream that I just had today
and you shake your head and say it's a shame.

Spin me back down the years and the days of my youth.
Draw the lace and black curtains and shut out the whole truth.
Spin me down the long ages: let them sing the song.
See there! A son is born and we pronounce him fit to fight.
There are black-heads on his shoulders, and he pees himself in the night.
We'll make a man of him, put him to trade
teach him to play Monopoly and how to sing in the rain.

So you ride yourselves over the fields and
you make all your animal deals and
your wise men don't know how it feels
to be thick as a brick.

INTRO (Introdução) - Curtindo um banzo musical, embalo - quase que num acalanto - todo este podcast, usando só "meus sons" britânicos do início da década de 70. Além de tocar duas peças do Jethro Tull uso como background (fundo sonoro) todo o LP The Six Wives of Henry VIII do Rick Wakeman (primeiro tecladista do YES).

OMDTM (O Manual do Torneiro Mecânico) - Rede congestionada por informação e lixo binário: Enquanto muitos se esforçam para qualificar a informação que "deságua" na internet, ou ainda, buscam processos mais eficazes para ampliar a quantidade de bits que nela trafega, uma imensa quantidade de puro lixo e rejeito binário é despejada via cabos, fibras óticas nos servidores e computadores pessoais. E o pior: parece que é o lixo que sempre vira notícia - vide o affair Ana e William, the English Prince... ô-meu-deus!

CNR (Caiu na Rede!) - Direito de Consumidor Torto, ou Tortura do Direto de Consumir, ou ainda, Consumo de Direito Torto: Paradigma comportamental e "modus pensantis" do consumidor médio de tecnologia da informação tupiniquim. Um perfeito exemplo de como deve-se posicionar elegantemente e argumentar lucida e ilibadamente sobre direitos de consumo e de propriedade com um despreparado atendente de SAC, colocando às claras, escancaradas as mazelas desta vidinha sem vergonha de brasileiro remediado.

EAIQAUP (É a Ignoranssa Qui Astravanca u Porgréssio) - Segregação e racismo chapa-branca: Destrambelhada ministra do SEPPIR - Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial, sra. Matilde Ribeiro defende, pública e canhestramente, que oprimidos ancestrais têm todo o direito de repudiar os que lhe invocam a opressão; e que minorias (políticas, econômicas, raciais ou numéricas), dispõem de licença social e legal ao exercício do preconceito e da insurgência. A dona Matilde tem todo o direito de pensar o que bem entender e se expressar com as palavras que lhe aprouver. Não pode, contudo, esperar compreensão e pairar acima do bem ou do mal. Parece-me totalmente inadequado que, sendo uma convicta defensora da naturalidade contida no ato de um ser humano recursar-se à convivência do outro por rejeição à cor de sua pele, a Ministra permaneça no cargo de representante do Estado brasileiro na pasta responsável pela promoção da igualdade humana. Por um simples e óbvio motivo: a dona Matilde, de cútis negra, é racista.

Campanha cidadã Congresso 2010: Não deixe seu representante esquecê-lo, envie idéias, sugestões, palpites... enfim, encha o saco dele!
ATÉ AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, ENCHA O SACO DE SEU REPRESENTANTE!

Música do Impressões - Hoje não tem Jazz em Paz, nem Preservativo Musical, muito menos Terra Brazillis. Hoje é dia de Rock!!!


Too Old To Rock 'n' Roll: Too Young To Die

The old Rocker wore his hair too long,
wore his trouser cuffs too tight.
Unfashionable to the end --- drank his ale too light.
Death's head belt buckle --- yesterday's dreams ---
the transport caf' prophet of doom.
Ringing no change in his double-sewn seams
in his post-war-babe gloom.

Now he's too old to Rock'n'Roll but he's too young to die.

He once owned a Harley Davidson and a Triumph Bonneville.
Counted his friends in burned-out spark plugs
and prays that he always will.
But he's the last of the blue blood greaser boys
all of his mates are doing time:
married with three kids up by the ring road
sold their souls straight down the line.
And some of them own little sports cars
and meet at the tennis club do's.
For drinks on a Sunday --- work on Monday.
They've thrown away their blue suede shoes.

Now they're too old to Rock'n'Roll and they're too young to die.

So the old Rocker gets out his bike
to make a ton before he takes his leave.
Up on the A1 by Scotch Corner
just like it used to be.
And as he flies --- tears in his eyes ---
his wind-whipped words echo the final take
and he hits the trunk road doing around 120
with no room left to brake.

And he was too old to Rock'n'Roll but he was too young to die.
No, you're never too old to Rock'n'Roll if you're too young to die.

BackGround - E como este podcast 'tá todinho calcado em britânicos e brasileiros, sejam estes: músicos, princípes, mulatos, estudantes, branquinhos, negros, cabeludos, ministros, dos idos de 1970 ou de quase 2010, nada mais justo que "enfiar aqui" um branquelão cheio de dedos chamado Richard Christopher "Rick" Wakeman e seu álbum The Six Wives of Henry VIII (Catherine of Aragon - 3'47"; Anne of Cleves - 7'55"; Catherine Howard - 6'37"; Jane Seymour - 4'50"; Anne Boleyn - 6'36"; e Catherine Parr - 7'04")

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